sexta-feira, maio 20, 2011

quarta-feira, maio 18, 2011

Correio Elegante

Aninha, deixa de ser besta! O máximo que pode acontecer é eu deixar vc algumas horinhas na sala de espera, tá? Leamo.

Ju, o home é demais! Lamentei o fato de não ter levado papel pra anotações. Tive que chegar em casa e correr escrever o que lembrava. Claro que muita coisa me escapou. Fui tão besta que não levei livro pra autografar, olha que tonta? Mas entrei na fila do autógrafo mesmo assim e pedi com a maior cara de pau: "Ubaldo, eu quero um abraço!" Ele, fofo demais, me deu e eu ainda ganhei de quebra uma foto delícia!

Maguelo, meu amor! Que delícia tê-lo aqui!

Claudim, já que você está de barba feita, ok.

Madoka, acontece que você É da turma. bjs.

sábado, maio 14, 2011

Insuportavelmente!

É difícil quando a pessoa não tem exemplo de blog bom em casa, né? Tadinha de Maliu, gente. Mas aqui vc tem colo sempre, viu? Deixa a Fal pra lá. Ela tá com o coraçãozinho peludo de inveja.
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Então. Todo mundo tomando banho e passando perfume pra entrar nesse blog.
Tô dando, inclusive, up grade nas amizades. Não posso me dar com qualquer um depois disso, meusamô.


João Ubaldo Ribeiro no Paiol Literário em Curitiba.

"Comer e procriar é muito pobre pra uma vida. Temos que desenvolver nossa sensibilidade."

"Quando fui professor, tive que fazer adequações seríssimas nas minhas expectativas para poder aprovar alguém"

"A obrigação de ler mata o gosto pela leitura. Acho horrorosas as perguntas que fazem sobre livros com intenção de ensinar a ler. Vou ver as perguntas que fazem sobre meus livros nos vestibulares e não acerto uma."

A beleza do livro está na imaginação. No livro, na frase "a princesa saiu da sua casa e encontrou o dragão" cada um imagina a sua casa, a sua princesa e o seu dragão. No cinema, por exemplo, será a mesma princesa, a mesma casa e o mesmo dragão pra todo mundo."

"Meus autores preferidos? Todos. Tenho preguiça de dizer os nomes."

"Cheque e prazo. As maiores fontes de inspiração de um escritor."

"Eu não planejo um livro. Eu sigo o personagem e escrevo tudo o que ele faz."

"No tempo da máquina de escrever eu produzia 3 páginas por dia. Com o computador, contamos em palavras. Virgínia Woolf produzia 1200. Conrad produzia 800. Eu posso dizer que produzo um Conrad por dia."

"Quando me veem no boteco com meus amigos escritores, as pessoas passam ao largo e imaginam a alta intelctualidade da conversa. Mal sabem elas que a gente tá dizendo: Quanto que aquele filho da puta te paga?"

Tem como não amar esse home, meu pai?