sábado, julho 24, 2010

Já foram ver Brigite?


Gente, que a coisa apurou de vez!
Mas passa lá pra dar uma espiada que vale a pena. Garanto.
Além das bijus, tem a Linha Casa com novidades: marcadores de bagagens, lixeira para carros, etc.
Vai lá?

Ah, o Brigite tem twitter , com promoções e sorteios! @brigitecwb


beijos
Suzi

quarta-feira, julho 21, 2010

Comentários. Fazer ou não?

Ouvindo o Podcast 34 do Radiofobia, fiquei pensando sobre comentários em blogs.
Ouço vários Podcasts enquanto trabalho na confecção das peças do Brigite e um Podcast acaba levando ao outro.
O Nerdcast me levou ao Rapaduracast que me levou ao Papo de Gordo que me levou ao Baú Pirata, Monalisa de Pijamas, Radiofobia, Toscochanchada e vários outros. Eles me ajudam, inclusive, a permanecer acordada quando trabalho até tarde.
Mas o fato é que eu quase nunca deixo comentários. É assim também nos blogs que frequento. A não ser em alguns, de pessoas mais chegadas, há blogs que leio com frequência e nunca deixei comentário. Coisa feia, né? Sei a importância disso para o blogueiro/podcaster afinal de contas eu também tenho um blog, mas este post é do ponto de vista do leitor/ouvinte. E,  eu friso: as impressões abaixo são tão somente isso: minhas impressões.



 - Tempo
Realmente, não consigo ouvir/ler todos os blogs e podcasts que gosto e ainda comentar. Não gosto de fazer comentários óbvios, frases feitas, só pra marcar passagem, embora às vezes eu passe em blogs de amigos só pra deixar um beijo. Mas são amigos, que não vejo nem falo a muito tempo e aquele beijo é um oi básico. Mas fico vendo aquelas pessoas comentando nos podcasts: "Baixando!", "Primeiro!" e imagino a cara de ódio do Podcaster/blogueiro. Desta forma, se não é o blog de uma pessoa íntima onde eu posso dizer "Beijos,saudade!" e sair correndo, não vou comentar "Legal". Eu tenho o hábito de ler o post e, se for comentar, ler todos os comentários anteriores daquele post  e só depois escrever o meu. E sso realmente toma tempo. Então, se o tempo não me permite fazer o comentário da maneira que considero adequada ao post, eu saio de fininho.


 - Relevância da gargalhada
Se o post é engraçado, às vezes basta uma gargalhada, né? É como uma piada que você gostou e a gargalhada é totalmente relevante no contexto sem contar que gargalhada nunca é lacônica. Você leu, gostou e quis deixar registrado isso.  A gargalhada no comentário de um post é a exceção à regra do primeiro item.

- Timidez
Se eu não tenho intimidade com o blogueiro/podcaster, a mais básica possível, eu nunca comento, confesso. Sei o quão besta é esse comportamento e já tenho todo um contra-discurso preparado mas ainda não sou capaz de evitar. Se eu não leio o blog a tempo, não entendo bem a dinâmica da coisa e ainda não peguei a toada, eu não comento. Acho sempre que serei invasiva.

Não é nada mole a vida de comentador.
Mas, aqui, comente sempre. Por favor.

terça-feira, julho 20, 2010

www.brigite.com.br




 Amores!
A casa nova ficou pronta. É claro que a gente sempre acha coisas de ultima hora pra fazer e vou acertando uma coisinha aqui e outra ali e botando tudo do jeito que a gente gosta.

O blog do site, por exemplo, ainda nao ficou pronto e vou continuar a escrever por aqui e vou começar a escrever também por lá assim que ele ficar pronto.

A casa é nova, o café é fresco e será um prazer receber vocês!


beijos
Suzi

quinta-feira, julho 15, 2010

Vivendo e não aprendendo a jogar. Obrigada.

O Jogo. Ah, o jogo...
A vida deve ser muito mais fácil se você jogar o tempo todo.
Eu não sei se existe uma hierarquia no jogo, se existem pessoas que só jogam com coisas pequenas, decisões menores, situações corriqueiras ou isso é uma característica inata que determina o comportamento do indivíduo em todas as instâncias.
O fato é que eu odeio o indivíduo jogador com todas as minhas forças.
Ele nunca diz o que ele quer. O que ele prefere e, principalmente, o que ele não quer.
Faz sempre um joguinho de palavras e atitudes pra que a responsabilidade sobre qualquer decisão passe muito longe do seu endereço. E com isso será sempre mais fácil desempenhar o vantajoso e confortável papel da vítima.
Tem aqueles jogadores mais agressivos que despejam a responsabilidade de seus atos sobre os demais e o mundo à sua volta sem nenhum escrúpulo ou pudor. Se você não fizer isso eu vou me matar!!  Juro. Tem isso. Incapaz de assumir a responsabilidade e as consequências de seus atos e da sua vida, ele joga com a chantagem, a dissimulação e a covardia travestida desses atributos todos e desfere o golpe.
Por isso tudo, quando eu pergunto "vai beber o que?" e a pessoa responde "o que você quiser" eu ergo os olhos do cardápio e fito o indivíduo rezando intimamente "que isso seja uma tentativa singela e genuína da mais pura gentileza".

terça-feira, julho 06, 2010

E deus disse...

 "Você pode ter a fé quer quiser em espíritos, em vida após a morte, no paraíso e no inferno, mas se tratando desse mundo, não seja idiota. Porque você pode me dizer que deposita sua fé em Deus para passar pelo dia, mas quando chega a hora de atravessar a rua, eu sei que você olha para os dois lados." - House

domingo, julho 04, 2010

Não é sobre futebol.

Eu não assisti a todos os jogos da copa até agora. Portanto não sei se isso já tinha acontecido. Mas de todos os jogos que assisti, no jogo de Brasil x Holanda foi a primeira vez que vi os capitães das duas equipes leram um discurso contra o racismo.
Não sei se a Holanda ser país colonizador da Africa do Sul tem a ver com a coisa, mas o fato é que me incomodou.
O apartheid foi (é) uma coisa odiosa e a luta contra ele, encabeçada por Mandela mereceu e merece todo e qualquer apoio mundial.
Apoio. Veja bem. Qualquer outra nação que se envolva deve apoiar às iniciativas deles. O país é deles. A luta é deles. O problema intrínseco e totalmente arraigado em suas origens e costumes são do seu cotidiano. Não cabe a uma nação visitante, totalmente alheia às suas mazelas, discursar sobre os problemas da casa.
Me pareceu, no mínimo, descortês.
Se na copa de 2014, aqui no Brasil,  neguim entrar em campo e fazer discursinho pra salvar a Amazônia eu proponho paredão. Fora do gramado, claro, que é pra não sujar a grama pro próximo jogo.

quinta-feira, julho 01, 2010

Ídolos

O assunto Michael Jackson, como era de se esperar, rendeu.
Tá na boca e no Ipod de todo mundo e o bombardeio de informações twittadas por aqueles que descobriram MJ agora e se deslumbraram é absurdo.
Pois é.
Eu adoro MJ. Assim como adoro Chico Buarque, Tarantino e Woody Allen. Isso não quer dizer que eu goste de tudo o que todos os gênios dessa listinha fazem. Tem filmes de WA dos quais eu não gosto, tem músicas do Chico que não curto, e filmes do Taranta que gosto menos que de outros. Desta forma digo que não gosto de TODAS as músicas de MJ embora reconheça sua genialidade em cada uma delas.
Quando ele pesa a mão na ecologia, por exemplo, eu acho chato e maçante. Mas minha cabeça pragmática considera uma boa idéia ações como We Are The World, que além de mobilizar as pessoas gerou recursos que esperamos tenham chegado ao destino.
Além do que, idiota seria eu se resolvesse "falar ao mundo" da minha janelinha de humilde blog.  MJ fala ao mundo mais que o Papa. Ele tem propriedade e meios. Mas eu continuo achando chato quando ele faz isso em nome de "salvar o planeta".
Eu sei que ele morreu e que os verbos acima deveriam estar no passado, mas a obra de MJ é vasta, consistente e tem qualidade suficiente pra ser redescoberta por infindáveis gerações futuras. Desta forma ele ainda fala e ainda faz.
A força e beleza de sua obra nos hits mais espetaculares falam muito mais que qualquer verso de salvar a terra e ver o brilho de deus.
Eu escolho a  força de Thriller e o encanto de Ben como assinaturas de um gênio louco, maravilhoso, controverso e eterno.
E adoro que meus ídolos sejam assim como são: imperfeitos e humanos.