sexta-feira, outubro 30, 2009

Já é sexta feira?



Então que a sexta feira tá linda. Dia de sol como a muito não se via e temperatura agradável.

A produção foi frenética e meus pulsos estão doloridos. Alicates e computador. Ou seja: 2 tipos de tendinite.

Vou descansar um pouco de hoje pra amanhã e depois seguimos programação normal.

De qualquer forma, tem muita peça nova disponível no Ateliê e seu fosse você, conferia!

Notícias no decorrer do feriado. Ou não.

domingo, outubro 18, 2009

Fal, dá carona na nave mãe?

Essa foi a trilha do Bazar ontem.

Diálogo surrealista:
- Quem é John Mayer?
- Primo do Zé Mayer, que não se deu bem em televisão.
- Ah...tá.
- ....(????)

Gente, não engatilhe a piada cretina. Você pode disparar acidentalmente e fazer vítimas.

sábado, outubro 17, 2009

Correio Elegante

Ivan, minha idade é adequada ao uso de bengalas, dentaduras e passes grátis de ônibus.
Aninha, e num é? Esses desfilantes é que me deixam doente.
Ju, vc é perfeita. Eu tava falando é dos metidos a besta. Que jamais será você.
Hugo, vc não acha que já dá pra ganhar uma graninha em cima da Xu?
E nem vem seu Ivan! Pra ganhar cinquentinha só se tocar gaita... usando suspensórios e chapeuzinho tirolês.

COIDIDOIDO!


Vou colocar a Fia no calçadão da XV desenhando retrato!
Artista!!!

Sem saco!

Decidiram que hoje seria o tal do dia sem sacola. Eu digo que meus dias são completamente sem saco pra essa campanha.
Por partes, né Jack?

Primeiro: Sim, eu tenho sacolas de pano e sim eu as uso para compras.
Mas a campanha que eu vejo acontecer, pior, que eu vejo as pessoas pregando com energia fanática é uma campanha ausente de qualquer critério básico de bom senso.
É como se a pessoa que está acondicionando suas compras em sacolas plásticas no supermercado fosse um vilão bárbaro indiferente à destruição do planeta.
Digo que tudo, tudo mesmo, deve passar pelo filtro do bom senso e essa prática não poderia ser diferente.

Eu acondiciono minhas compras de supermercado, em sua maioria, em sacos plásticos.
E esses sacos plásticos são usados como sacos de lixo na minha cozinha e banheiros.
Uso cerca de 3 sacos de lixo por dia, que se usasse sacos específicos de lixo seriam de um plástico muito mais grosso que as sacolinhas e, acredito, de tempo igual ou superior de decomposição.

Portanto, eu diminuo o consumo e a circulação de material plástico no ambiente usando as sacolinhas para lixo.

Essa aceitação das sacolinhas também possui critérios. Quando vou ao comércio de armarinhos e pequenas peças, matéria prima para o Ateliê, uso as minhas bolsas de pano que são enormes e confortáveis. Nelas eu acondiciono todas as compras pequenas e quando a compra é de pedras acrílicas, por exemplo, que é um material pesado, eu uso uma mala de rodinhas.

Na padaria, por exemplo, não é necessario o saco plástico uma vez que os pães já vêm acondicionados em sacolas de papel.
Na locadora de vídeo, igual. Pra que a sacolinha?
Na farmácia? Mesma coisa.
Sacolinhas minúsculas acondicionando pequenas coisas são completamente dispensáveis.

Acredito sim na criação do hábito em diminuir o uso das sacolas e passarmos a restringi-las ao estritamente necessário.
Paralelo a isso, poderíamos adotar como obrigatório o uso das sacolas biodegradáveis, que já existem no mercado. Eu uso no Ateliê e elas são cerca de 20% mais caras que as normais, ou seja, é perfeitamente possivel usá-las no mercado.
Além disso, a prática já utilizada mundo afora de cobrar por cada sacolinha é salutar. Pagando por elas, usaremos com maior parcimônia.

Como pode ver, eu não sou contra a campanha em si, eu só acho que muitas pessoas estão se utilizando dessa campanha como forma cômoda de desfilar arrogância carregando uma sacola de pano (caríssima, às vezes) por aí somente pra fazer a linha fina e superior.
Muita gente que faz isso não separa o lixo, não reutiliza potes de vidro e imprime toneladas de textos inúteis.
Entregar as embalagens de ovos ao tiozinho que vende ovos a granel na feira de rua, encher o porta malas do carro de vidro, papéis e revistas velhas pra entregar ao primeiro menino com carrocinha de recicláveis na rua, procurar o local de desova de pilhas e baterias na sua cidade (na minha tem nos ônibus e nos correios, que eu saiba. Deve haver outros.) são algumas das muitas práticas simples de reciclagem direta possíveis de serem adotadas por qualquer um em seu dia a dia, sem pregação alguma.

Sem falar que o descarte de material plástico na rua, parques, comércio e áreas públicas em geral é falta de educação pura e simples, na mais elementar de suas manifestações. Jogar lixo no chão, plástico ou não, isso sim define o crápula.

Portanto o uso de sacolas plásticas não é uma prática funesta a ser rejeitada e criticada por si só.
O equilíbrio entre real utilização e responsabilidade no descarte e destino para reciclagem é a linha divisória entre consciência e palanque barato. E eu não tenho mais idade pra isso!

domingo, outubro 11, 2009

Arnesto nos convidou...


Sou paulista de nascimento e paranaense pé vermelho vida afora.
Frequento São Paulo com alguma assiduidade, que já foi maior tempos atrás.
Convivo com paulistanos ótimos mas não posso deixar de notar desvios gravíssimos de conduta social nesse povo.
Chego em Sampa e o fone toca.
- Cê tá onde?
- Em São Paulo!
Me sinto a cosmopolita dizendo isso. Saí da província e fui pra Capital!
Aí vem a próxima pergunta;
- Em que lugar?
Estufo o peito, confiro a Editora Abril na paisagem (deus permita que esse trem nunca mude de endereço!) e mando:
- Tô na Marginal!
Nesse ponto eu me sinto A paulistana, né?
E é exatamente nesse ponto que começa a baixaria:
- Que Marginal? A Pinheiros ou Tietê?
Gente, isso é dum mau caratismo tão grande!
Eu lá sabia que tinha dois rios nessa bosta??
Mas não acaaaabaaaa... os paulistanos sádicos ainda querem sangueee:
- Tá de que lado da Marginal?
Aí fudeu.

Aos chatos que irão protestar na tentativa vã de defender São Paulo do meu provincianismo de quinta, vão sifudê!
Aos meus amigos queridos, amores demais, que moram nessa cidade que adoro, vão sifudê também, pois são exatamente vocês que torram meu saquito com essa bagaça!

quarta-feira, outubro 07, 2009

Convite!


Bazar de Primavera do Ateliê!
Das 10 às 19 horas
Venham!

segunda-feira, outubro 05, 2009

Porque tem dias que Adélia fala por mim.

Um minuto de estrondo à idade reencontrada. As taças para o brinde, porque hoje sou de novo uma mulher com sutiã grená, polindo os dentes sem pressa e desenhando a boca em coração. Basta, nem só eu respondo pela fome do mundo, e vou certificar-me: se ainda me olham duas vezes, se ainda intimido, se pelo que amo ainda faço a face dos homens abrandada e ansiosa. Enquanto dura a trégua, vou guerrear.

Adélia Prado.

domingo, outubro 04, 2009

Garantindo o uisquinho das creonças!

Vai
dar uma espiadinha.
A promoção do frete continua!

Salve, Kant!

Aprendemos na faculdade de Direito que direito e moral são dois campos distintos que, às vezes, convergem. Ou seja, nem tudo que é moral é direito, mas tudo que é direito é moral.
Esqueça todas as conotações pejorativas e rançosas que carregamos a respeito da palavra moral e tente limpá-la de todo preconceito.
Moral é aquilo que nos impele ao dever de maneira voluntária. Aquilo que acreditamos como correto sem que nenhuma norma ou sanção nos obrigue a fazê-lo.

Leio por aí que a comunidade artística mundial de maneira geral e a cinematográfica de forma específica vem se esperneando contra o mandado de prisão do Polanski.
A acusação é sexo e drogas com uma garota de 13 anos décadas atrás nos EUA.

Sexo é cultural. Não existem regras quanto à forma de praticá-lo e somente duas coisas podem ser consideradas imorais na sua prática, em qualquer lugar do mundo: transmissão de doenças e sexo com menores.
Polanski deixou de levar em consideração a monstruosidade do fato e já li por aí que alegou diferenças culturais. Agora, a comunidade artística alega, inclusive, que já se passaram muitos anos e a coisa deve ser esquecida.

Vejamos se entendi:
1- Polanski não deve ser punido pois já faz muito tempo;
2 - Ele não sabia que era crime quando transou com a menina (e usaram drogas juntos)
3 - Ele é o Polanski, e grandes artistas não devem ser atingidos por coisas mundanas como normas jurícas por exemplo.

É isso?
Interessante.
Na minha total inadequação ao mundo em geral acredito que a punição ao caso nada mais é que o ato consequente, que a imoralidade do ato independe de regras formais impeditivas e que as normas que regem a sociedade não deviam fazer distinção de qualquer espécie.

Digo mais: acredito que sexo consentido e desejado entre duas pessoas adultas é uma deliciosa forma de praticar a doutrina de Immanuel Kant. Capítulo por capítulo.

Viram como eu sou velha?

Olimpíadas


Roubei da Helê, no Duas Fridas.
Adoguei.

sexta-feira, outubro 02, 2009

As flores do jardim da nossa casa


Minha mini rosa tem três anos.
Essa é a primeira rosinha dessa primavera.
Acho que vou botá-la na minha mesa de trabalho.
Foooofffffaaaa!
...
Dalvinha, servimos bem para servir sempre. Saudades!
...
Claudinha e Carla San, pente no bolso é sinônimo também de brilhantina no cabelo, não acham? Isa, adoguei o xunga. Vou usar bem muito!
...
Carla San, medo daqueles de sair correndo!

quinta-feira, outubro 01, 2009

Correio Elegante (ok!, ok!)

Luci, adorei andar pendurada no seu pescoço. Tuas coisas novas estão com a Elaine e não agarancho nada. Já viu né?
....
Ju, eu costumava dizer que o Clint tem duas expressões faciais: com chapéu e sem chapéu, mas mesmo assim eu amo aquele homem e tudo o que ele fez até agora.
Quanto aos arquétipos, não quero nem pensar nisso por enquanto. Acredito que o dia em que formos descascar essa cebola as lágrimas serão inevitáveis.
....
Aninha!! Saudade tomém! Vi que foi pro Canadá. Volta e conta tudinho pra gente.
Anotado: Crossroads na agenda.