domingo, novembro 02, 2008

Feiras

Agora é oficial:
O Ateliê estará em São Paulo nas seguintes datas:

22/11 sábado
29/11 sábado
06/12 sábado
13/12 sábado
Na feira Benedito Calixto das 10 as 19 horas.
Praça Benedito Calixto 158/162
entre a Rua Cardeal Arcoverde e a Rua Teodoro Sampaio.

23/11 domingo
30/11 domingo
07/12 domingo
14/12 domingo
No Shopping Center 3 das 10 as 22 horas
Na Avenida Paulista 2064, esquina com a Rua Augusta - Jardins.

Quando estiver mais próximo eu envio convites por email e publico cartaz.
Produção em polvorosa...

4 comentários:

Ana Paula disse...

Ai, meu saquinho, e no Rio, nada?

Carla San disse...

Eu quero saber quando aporta no Rio.
Sucesso lá em Sampa, nêga véia!
Vamos conclamar o povo e fazer divulgação ampla e irrestrita!
Beijocas

Marlene (Maloca) disse...

obA!
eu vou te ver lá na praça; não sei qual dia, mas vou.
se você souber mais ou menos onde vai ficar OU como a gente te acha lá, avise. :o)

marcelo disse...

VIVER NÃO DÓI

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas
e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer,
apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana,
que gerou em nós um sentimento intenso
e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer
pelas nossas projeções irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos
de ter conhecido ao lado do nosso amor
e não conhecemos,
por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.
Sofremos não porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós,
impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!
A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade..
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.
(Carlos Drummond de Andrade)