terça-feira, novembro 18, 2008

Correio

É isso mesmo Ana. Não são dores, nem ressentimentos. Nada disso me falta hoje.
Nem é drama. Não tenho isso, não tenho aquilo, olha que coitadinha que eu sou não combina comigo de jeito nenhum.
Mas quando eu era menina essas ausências eram de um valor simbólico enorme.
Ando trabalhando reações, mexendo no baú e tentando identificar a raiz de algumas coisas e tenho me deparado com esses pequenos símbolos. Pequenos, porém com poder de determinar meu comportamento até hoje.
Mas vou esmiuçar cada um deles até que a convivência seja apenas leve e divertida.

Um comentário:

Dalva M. Ferreira disse...

Super idéia. Até porque, segundo Tolstoi, a gente tem que escrever sobre aquilo que conhece bem. E o que conhecemos melhor do que nossos baús?