sexta-feira, maio 30, 2008



Adoro Audrey Hepburn.

Mas o par romântico que arrumaram pra ela em Sabrina não convence.

Quem foi que achou que Humphrey Bogart daria um caldo naquele triângulo meu pai? Nao empolga nem um pouco.

Alguns pares que Hollywood escala são tão improváveis que me pergunto que diabo de pesquisa prévia esse povo do cinema faz e se não tem nenhum caboclo na reunião capaz de dizer que a coisa não vai funcionar

quinta-feira, maio 29, 2008

Desencanto

Estou cansada de um certo tipo de pessoa.
É um tipo que por absoluta covardia, ausência de conhecimento ou capacidade (ou até mesmo as três coisas juntas) suficiente a fundamentar uma opinião consistente, assumem uma posição de constante defensiva, camuflada em atitudes de dedo em riste e apontamento de erros sobre tudo e qualquer coisa à sua volta.
Essa camuflagem também se manifesta na forma de "verdades" ditas em tom de brincadeira, entre risos, coisas que essas pessoas não têm coragem de dizer claramente e usam do artifício do riso para dizê-las e, se confrontadas, saem pela tangente com a mais idiota das frases: " eu estava brincando"...
São pessoas incapazes de criar, inovar, fazer, enfim, comprometer-se em qualquer processo.
Eternamente em cima do muro, a primeira frase, expressão ou comentário dessas pessoas a algo novo é uma pérola de isenção e covardia: nem tão negativo que não permita uma virada de posição no futuro, dependendo do desenrolar dos fatos, nem tão entusiasmado a ponto de comprometê-lo numa posição.
Frases execráveis usadas frequentemente e com deleite por esse tipo de pessoa:
- eu sabia que não ia dar certo
- eu avisei
- viu?
- Ah...mas qualquer um via que...
Outro comportamento muito peculiar nesse tipo de pessoa é a necessidade de garantia sobre tudo. Você garante que vai dar certo? O que garante o resultado?
Nada garante nada. Eu muito menos.
Estou cansada dessa gente.
Quero gente que assuma o que quer, assuma o risco de fazer, faça em seu próprio nome e assine em baixo mesmo antes da aprovação pública.

sexta-feira, maio 23, 2008

Correio

Eloísa, a biblioteca árabe do post abaixo fica em Curitiba, em frente ao Passeio Público.
Ainda nao visitei mas tá na lista.

quinta-feira, maio 22, 2008

Quando eu era criança, minha mãe chamava grampo de Ramona. Será que era uma marca?
.....
Tem um troço que foge totalmente da minha compreensão. Tá, tá, MUITA coisa foge totalmente da minha compreensão, ok, mas uma dessas milhares de coisas é a tal da escada de passo-e-meio. Explico:
Sabe aquela escada que tem os degraus largos demais a ponto de não permitir que voce coloque cada passada num degrau mas não largos o bastante pra duas passadas em cada degrau? Você fica naquele passo ridículo de passada, meia passada, passada, ,meia passada... O engenheiro ou arquiteto responsável pelo trem é religiosamente xingado (gostei disso!) pela minha pessoa a cada passadinha dessas. Enem vem com coisa que sou baixinha e tals! Já vi muita pernuda trotando em escadinha dessas, padecendo do mesmo mal. Vôte!

quarta-feira, maio 14, 2008

Tônio, querido! Eu morro de saudade de lutar contigo no gel por causa do Alexandre. Morro.
beijos sempre!

segunda-feira, maio 12, 2008

Livro x filme - a saga

Aninha, vou acabar vendo o filme por tabela quando sair em dvd. Aí comento. Nao vou vê-lo no cimema pois tenho um medão louco desses filmes.
O reparação do Ian McEwan virou filme né? Tô correndo dele que nem o diabo da cruz pois adoro esse livo e estou com medo de ver o que hollywood fez.
Tudo bem que livro é livro e filme é filme. Entendo que não dá pra contar uma história de 400 páginas em 2 horas e ser absolutamente fiel a todas as nuances de personagens.
Mas esse "nivelamento médio" como vc diz, é exatamente o que me irrita.
Será que no filme tudo tem que ser tão raso?
Se for, como explicar Os Vestígios do Dia e Poderoso Chefão só pra começar?
Os livros são maravilhosos e os filmes idem. Mesmo sendo diversos os veículos, o tempo e a linguagem.

Fonte de Cultura e Saber


Passo por aí todo dia levando os meninos pro cursinho. Essa foto deve ser velha e os jardins ainda nao estavam prontos. É mais bonito hoje.
Pois bem, passo por aí sempre e vendo essa construção, imaginava apenas mais uma daquelas homenagens que se faz a um povo imigrante, no caso o árabe, sem que isso me causasse qualquer curiosidade maior.
Semana passada a Xu me informa: " Tá vendo essa construção? É uma biblioteca. Árabe. Com milhares de títulos."
Pronto, né. Fiquei doidinha de curiosidade.
"Onde voce conseguiu essa informação Xu?"
"Na bandejinha do McDonald."
...
500 paus por mês no cursinho. Eu mereço?

Pilha

Prometi nao comprar mais nenhum até o final do ano, e ler os que estão empilhados na cabeceira.
Presentes de aniversário:
50 contos de Machado de Assis
A Sombra do Vento
Memórias de Adriano está lá porque eu quero reler. Li na era jurássica e já nao me lembro de quase nada. Acho que no ritmo de leitura que ando: saguao de aeroporto e trechinhos antes de cair no sono, com esses 3 eu termino o ano.

O Caçador



Tenho birra de ler o "livro da moda". O best seller da vez, o topo da "lista da Óia", o cartaz em destaque na livraria. Espero todo mundo já ter lido, ninguém mais falar no assunto pra daí ver qualé.

Coisa de velha rabugenta, eu sei. Essa é apenas uma da interminável lista que me vai garantir um quartinho apartado no asilo.

Por isso, talvez, só li O Caçador de Pipas agora.

O Afeganistão descrito com suas roupas, comidas, arquitetura, geografia e costumes valeu a leitura. Gostei dele mais até que dos personagens. Mas gostei desses também. Confesso que senti mais uma birra, lá pelos finalmente do livro, quando percebi que o autor queria redimir o personagem de todos os seus "pecados". Redenção é algo que não engulo bem, mas isso é mais uma idiossincrasia muito da particular. Deixemos de lado.

Angústia, dor, culpa, ansiedade por aceitação, inveja e raiva são parte de nós. Encontrá-las bem retratadas prende nosso tempo e atenção na medida do que deve ser: até a última página do livro.

sábado, maio 10, 2008

Frases que um analista adoraria ouvir

Patrícia, Carol e eu.
Cada uma com um copinho de vinho na mão, largadas em almofadas, em frente à lareira.
Moléres.
De repente, a pérola:
"Eu me relaciono muito bem com as pessoas. São as pessoas que não se relacionam bem comigo."

segunda-feira, maio 05, 2008

Perto do Fogo












Inauguração da lareira. Sucesso absoluto!

Flor de moranguinho


Bazar

O Bazar terminou mas deixou encomendas. E eu tentando equilibrar as coisas entre a trade e o Ateliê. Ou seja, nada mudou.
Fotos do Bazar aqui.