sábado, outubro 20, 2007

De volta pro aconchego...

Ana Paula, o Maurinho tá de onda. Imagina se ele nunca abraçou uma cuia, nem sorveu (uia!) uma bomba.
Eu tô boazinha.
Quase me encontrei com o Tonio em POA na sexta feira para um breve colóquio regado a umas substâncias líquidas e lícitas, porém geladas, mas o trampo do moço não permitiu. Ou isso ou tá me traindo o cachorro, antes mesmo de me conhecer.
Ficou portanto adiada a reunião para decidir a ata de fundação da nossa sociedade no promissor mercado da saliência.
Enfim, desiludida de qq possibilidade de encontro, antecipei meu voo e cá estou em Curipa.
E segue a programação normal.

3 comentários:

Mauro Chazanas disse...

Suzi e Ana Paula, pois não é que jamais tomei chimarrão! Taí uma coisa que ainda hei de fazer. Numa viagem pro Chile, de ônibus, há algum tempo (SP - Montevidéu, Montevidéu - Santiago), duas uruguaias, lá pelas bandas de Mendoza, imploraram pro motorista parar,numa manhã, pra elas tomarem o que chamavam de "mate". Enquanto saboreavam, atendidas que foram, declararam-se pra mim "materas". Deve ser bom esse treco, não é?

Anônimo disse...

Devo confessar que curto mais o ritual que o próprio mate.
beijos
Suzi

Ana Paula disse...

Eu sou de família gaúcha e acabei casando com gaúcho também. Sempre convivi com bombas e cuias, desde criança, mas nunca gostei de chimarrão. Aí, suprema heresia, fui ao Mato Grosso e adorei o tal de tererê, que é o mate, na cuia e tudo, só que servido gelado. Que tal isso?