segunda-feira, dezembro 25, 2006

Paris, quem sabe




Sua mão na minha
Por sobre ou entre os dedos
Será pra sempre o elo.

O tempo...ah! o tempo...
Horas pequenas, roubadas e fugidias.
Pequenas ilhas de paz e calma
Onde bebemos e nos fartamos
De prazer e riso.

Pedaços de amor
Conquistados e usufruídos.
Degustados gota a gota
Com a certeza de quem sabe
que o caminho é aquele. Só aquele.

Sem amargura.
Sem desengano.
Sem lamentos.
Paixão e risos. Somente.
E a luz de uma possível Paris a brilhar em nossos olhos.

Venha agora.
Embarque no ultimo vagão do derradeiro trem E vamos ver Paris.

Mas lembre-se:
Sua mão na minha
Por sobre ou entre os dedos
Será pra sempre o elo.

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