domingo, junho 25, 2006

Memórias de uma Gueixa - Arthur Golden


Memórias de uma Gueixa é ficção. Escrita por um homem.
Interessante ver o desenho da alma feminina feito por um homem que possui um domínio consistente da cultura japonesa. Apesar de que fazer carreira e construir a vida na arte de entreter os homens não me parece tão distante assim. De alguma forma somos todas gueixas ocidentais pautando nossas vidas e baseando nosso afeto na nossa capacidade de atrair, agradar e seduzir.
Adorei encontrar doçura, garra, sensibilidade, inteligência e beleza na deliciosa Sayuri. Adoraria ainda mais ter visto uma pitada maior de crueldade na mocinha. Afinal, vingança é out, concordo, consome tempo, gasta a beleza e faz mal à cútis, mas todo ser humano tem direito a uma dose de puro deleite diante do sofrimento de seus algozes. Acho até que o direito ao IHÚÚ tinha que ser assegurado pela constituição. Tem coisas que nem gueixa agüenta quietinha, lady e superior. E a alma feminina, quando ferida, meus amores, destila fel e veneno. Nem vem.
Portanto, delicioso o romance. Mas é a leitura de uma alma feminina atendendo maravilhosamente bem ao ideal masculino. Como convém a uma gueixa. Da boca pra fora.

Duas lindjuras da mamãe: Hugo e Carol

Ela quer pegar o patinho



Carol transgredindo as regras porque isso é importante

sábado, junho 24, 2006

Pra boi dormir



Óia o cara! Tentando enganar a mãe. Estuda que é uma beleza né Tiago? O nabo te espera, meu filho...

quarta-feira, junho 21, 2006

Mais um momento Copa


E a seleção da Itália, o que é aquilo?
Aquilo não é uma seleção, meu povo, é um cardápio!
Benzadeus!!!

(Foto roubada da Bloggete")

Mistérios da Copa

Por que será que alguns técnicos de time de futebol usam terno e gravata nos jogos? Vc consegue imaginar local mais inadequado?
Eu acho que o lado mauricinho deles não resiste a tantas câmeras.
O do Equador estava de terno completo e sobretudo no jogo contra a Alemanha.
Pode?

segunda-feira, junho 19, 2006

Alguém tem que trabalhar né?



A gente passeando e o celular toca. Trabalho né? Tá pensando o que?

sexta-feira, junho 16, 2006

Xaveco furado

Em tempo de Copa do Mundo, é preciso se inteirar de hábitos e costumes de paragens outras.
Olha que coisa mais bonitinha eu encontrei numa revista velha, Galileu, de março de 2006:

As cantadas mais comuns pelo mundo

AUSTRÁLIA: "Eu já estou aqui, quais são seus outros dois desejos?"/"Ninguém te falou que você quer dormir comigo?" - se os caras demonstrarem em campo metade dessa confiança e auto estima tamo frito! Não vai ter Kaká que salve!

MÉXICO: "Queria ser seu suor, pra correr por todo seu corpo." - olha que delícia hein? Barbaridade...

ESPANHA/PORTUGAL: "Gostaria de ser o seu pijama pra dividir a mesma cama com você."/"Eu posso não ser o homem mais bonito daqui, mas sou o único que está falando com você." - hahahahaha...fueda. Posso apostar que o lusitano é o segundo.

CANADÁ: "Além de ser sexy o que mais você faz?" - aí a gente apresenta a tabela de aptidões com os respectivos preços né?

JAPÃO: "Eu não sou tão alto assim, estou sentado na minha carteira." - imbatível!

EUA: "Eu já sabia que leite faz bem pro corpo mas, baby, quanto você andou bebendo?" / "Você está na minha lista de coisas pra fazer esta noite." - típicas do Texas e Manhattan, respectivamente, será que é isso?

HOLANDA: "Eu posso não fazer seu mundo girar, mas com certeza faço sua cama balançar."- ihuuuuuuuuuu!

ALEMANHA: "Você acredita em amor à primeira vista ou devo entrar novamente?" - deve, deve. Saia, dê um tempinho, de umas duas horas, e depois volte, tá?

ITÁLIA: "Se eu dissesse que você tem um corpo incrível, você o jogaria contra mim?" - é..pois é...aí depende do italiano.

INGLATERRA: "Perdi meu número de telefone, você me empresta o seu?" - e pronto. É o máximo de senso de humor que vc vai conseguir dele.

quinta-feira, junho 15, 2006

Dores num bar qualquer

Quando a dor toma conta, vinda de dentro da bolsa, que carrega o mundo e as contas a pagar no mesmo zíper, é melhor se entregar.
Deixa doer.
Tira os sapatos de salto alto e bico fino, pois a dor no peito não admite concorrência. Deixa que ela se espalhe, reconheça seus domínios e constate que é dona do pedaço.
É bom que ela saiba que cada vez que a sua pose de mulher moderna, independente e segura estiver estrapolando ela pode vir e te arrebentar o peito. É melhor, acredite.
Melhor que ficar lutando contra, numa tentativa vã e patética de manter o sorriso intacto para consumo externo. Pois aí, meu amor, ela, pra mostrar quem manda, vai pegar pesado. E você não vai suportar seu passado remexido e revirado como uma gaveta de meias, suas dores expostas e os monstros no armário a esmurrar as portas.
Deixa doer. Sequer esboce resistência que ela arrasa tudo e vai embora. Bem mais rápido.E depois, devagarinho, você coloca tudo no lugar.

Mas, nesses momentos, em hipótese alguma, ouça Ney Matogrosso interpretando Cartola.
E em pouco tempo não serás mais o que és. Vai reduzir as ilusões a pó.
É navalha na carne. Vai por mim.

quarta-feira, junho 14, 2006

Constatações

Quando vocês só se falam se você telefonar, minha querida, se manca.

Vão se acumulando... quando darei conta?

domingo, junho 11, 2006

Pausa para um chocolate quente

coisa interessante

Quando estou lendo e interrompo a leitura por algum motivo, assim que volto os olhos para a página interrompida meus olhos voltam exatamente para o parágrafo onde parei.
Acontece com todo mundo?
Acho muito legal.

Presente


Ganhei do Tiago. Dia das mães delicioso.
Ufa! Ainda bem que nenhum dos meus filhos nunca teve idéia de me dar liquidificador nem panela.

Aconchego

A TV ligada no jogo México x Irã.
Eu, debaixo das cobertas, lendo a aula 4 da Fal, comendo chocolate com castanhas de caju e repondendo emails.
Nada como estar em casa depois de uma semana difícil.
Ai...ai...

Carol na Av. Paulista



Tiago levando a Carol pra conhecer sua sala de aula




Fala aí, não são lindos demais esses meus filhos?

sexta-feira, junho 02, 2006

O Feijão e o Sonho

O título do livro do Orígenes Lessa não poderia ser mais perfeito. Li quando criança e guardei as imagens que fui comparando vida afora. E como encontrei comparações!

Incrível como encarnamos arquétipos e desempenhamos papéis. Incrível também a frequência com que pares de comportamento díspar e complementar se juntam. É o organizado com o bagunceiro. O sonhador com o pé no chão.

Mas será que nos juntamos por acaso ou procuramos com afinco num rigoroso critério subconciente um ser que nos complemente naquelas características essenciais? E por que fazemos isso se frequentemente esta disparidade nos traz desconforto, trabalho e cobranças?