domingo, maio 21, 2006

Cristianismo, meu karma.

Descobri isso recentemente numa pesquisa:

Paulo de Tarso não se contava entre os apóstolos originais, ele era um zelota judeu que perseguiu inicialmente os primeiros cristãos. No entanto, ele tornou-se depois um cristão e um dos seus maiores, senão mesmo o maior missionário. Boa parte do Novo Testamento foi escrito ou por ele (as epístolas) ou por seus cooperadores (o evangelho de Lucas e os actos dos apóstolos). Paulo afirmou que os preceitos da Torá estavam caducos e que a salvação dependia da fé em Cristo. Entre 44 e 58 ele fez três grandes viagens missionárias que levaram a nova doutrina aos gentios e judeus da Ásia Menor e de vários pontos da Europa.
Nas primeiras comunidades cristãs a coabitação entre os cristãos oriundos do paganismo e os oriundos do judaísmo gerava por vezes conflitos. Alguns dos últimos permaneciam fiéis às restrições alimentares e recusavam-se a sentar-se à mesa com os primeiros. Na Assembleia de Jerusalém, em
48, decide-se que os cristãos ex-pagãos não serão sujeitos à circuncisão, mas para se sentarem à mesa com os cristãos de origem judaica devem abster-se de comer carne sem sangue ou carne sacrificada aos ídolos (grifo meu). Consagra-se assim a primeira ruptura com o judaísmo.

Quem conhece D. Maura sabe do que estou falando. Tô besta. Então quer dizer que a Toda Poderosa segue ritos originários de cristãos ex-pagãos? Vocês podem até não entender nadinha do que eu estou falando, mas que isso é engraçadíssimo pra uma platéia interna, é. Ô se é!

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