terça-feira, dezembro 26, 2006

Queria muito...e ganhei!!

Bem casados de Natal...ai meu pai...e o biquíni?

Olha que lindo que o Falmigos fez pra mim!!!!

MEU DEUS !!!! MEU DEUS!!! MEU DEUS!!!! Chorei, meus amores! Gostaria de ser mais assídua pra poder dizer muitas vezes, no atacado e no varejo o QUANTO eu amo vcs.

Liiiiiinnnnddoooo presente, Espero nao ter pulado ninguém, pois nao esqueço viu? só pulo na hora de escrever:
Mil beijos Tonio meu amado, to de regime a partir de agora pra te curtir com os milicos da Bahia, Maloca, vc nao escapa de me levar na Caravana do Delírio, Alessandra qdo eu for à POA quero comer doce no Maomé contigo, Gisela daremos ainda muitas risadas das nossas bobices, Juju ainda vamos tomar aquela melancia com vodca da Ligia, Naty, bebi uma margarita ontem que nao chega aos pés da sua, Nency minha bruxinha boa beijos nocê, Raquel, continua guardando aquele negocio no congelador e depois me ensina comé que faz, Fátima ainda vou provar daquele bolo, Cris no proximo almoço vc nao trabalha depois, tá decidido! Veroca, precisamos marcar o chopp, Ana Paula sua vaca, vc e a Carlinha nao perdem por esperar, Helga fica na tua, e Patsy, sua iniciativa foi linda demais.Amei!!!
Ana Evangelina, Bela, Clarice, Clarissa, Eva, Fabby, Flavia, Isabella, Jane, Mani, Rosa, Marina, Mauricio, Mauro, Paula Clarice, Silvia, Rodrigo e Euro Beijos demais em vcs todos!!!!! E um especial pra nossa Fal, que nos proporciona pessoas como voces!

Suzy, Eu ia dizer um monte de coisas doces pra você, mas o Tônio falou tudo, e psso dizer que todos concordam com as palavras dele ( posso, não posso?)

"Eu só vim aqui pra dizer que ela já é uma das minhas, ela anda sumida e as nossas brigas já estão fazendo falta, ela é muito ocupada e eu já não a encontro mais pelos meandros do nosso LV, também queria dizer que o espaço pra ela já ta guardado na minha mala pra Bahia (agende-se nega insurportáver, nada de muita comilança nesse natal e ano novo, quanto menor vc estiver mais confortável estará dentro da mala), eu não sei o que vou fazer contigo lá, mas isso depois a gente vê na hora, sei que vamos passar por um quartel em Salvador, então te deixo um pouco se divertindo com os milicos todos enquanto trabalho, se não te importar é claro! No mais tudo são saudades ( Eu gosto tanto de você que até prefiro esconder, deixo assim ficar, subentendido). Bjo, bom natal, feliz ano novo, abraço apertado. Tônio"


Então, agora vai. Nosso humilde texto coisudo wannabe. Beijos, Falmigos declarados ===========================================================
Todo Natal era a mesma coisa: ela ficava com os olhinhos vidrados, olhando para o céu, esperando Papai Noel. Depois de algum tempo alguém, que ela não lembra bem quem era, a levava para dentro. O cansaço havia mais uma vez vencido a vontade de ver a lendária barba branca. Mas aquele Natal era especial. Ela não iria sair dali de jeito nenhum! Pela primeira vez ela tinha pedido um presente: uma boneca. Todos os anos ela pedia algo para os irmãos, saúde para os pais, fartura para todos. Mas não naquele Natal. Naquele ela pediu a boneca que sempre quis.
Mas o dia passou, a noite chegou e nada. Quando já não conseguia mais ficar em pé seus pais a levaram para dentro, desolada. Mas não foi em vão: ao acordar no dia 25, lá estava a boneca linda, imponente embaixo da árvore! Ela ficou tão feliz que nem se importou de não ter visto Papai Noel, afinal, ele tinha trazido a boneca dela! E ela saltitava, pulava, berrava de felicidade! Não se conteve: pegou a boneca e foi para o jardim brincar.
No meio da tarde, ela entrou por cinco minutos para tomar um copo d´água, e deixou sua boneca "tomando sol" no jardim. Foi o suficiente para suceder a tragédia: nesses mesmos cinco minutos começou a chover torrencialmente, molhando tudo que estava no jardim. E agora, custou tanto a ganhar uma boneca, aquela era a primeira da vida dela, e veio a chuva de dezembro e molhou tudo, o quintal ficou encharcado, encharcada ficou a carinha, tão linda, da bonequinha, que ainda nem tinha chegado a receber nome.
Ela ficou olhando em silêncio, tentando compreender aquela cena.Sua filhinha ali, com os cachos dos cabelinhos todos desmanchados.O laço se desfazendo na água. Ela não quis nem tentou segurar o choro, nem o grito: Manhêêê. Manhêê.Todo desespero gritado naquele apelo repetido: Manhêê. Logo a chuva foi embora, tão rápido quanto veio, chuva de verão que era. Então a menina aproveitou o momento e saiu correndo para resgatar a boneca no jardim molhado. Seu vestido se arrastava pela grama e também ia ficando ensopado, mas ela só pensava em abraçar a sua bonequinha. Tomou-a nos braços e deu-lhe um abraço apertado, fazendo juras e promessas de nunca mais abandoná-la.
Ainda abraçada com a boneca, a menina entrou em casa e disse à mãe: - Manhê, precisamos fazer uma roupa nova para a Gilda! - A mamãe não pode fazer isso agora, filhinha, porque está muito ocupada preparando o nosso almoço. Mamãe está fazendo escondidinho de camarão, macarrão com gorgonzola, strogonoff de salmão, pudim de sorvete e strogonoff de nozes. A mãe desfiava esse cardápio chique só mesmo pra animar aquela vida de penúria. Na verdade, teriam escondidinho de carne-seca, macarrão com. macarrão, strogonoff de sardinha, pudim de pão e pavê de amendoim. Era o melhor que podia fazer.
A menina, então, foi para a sala com a sua boneca. Pelo caminho, as gotas de água que caíam das duas pareciam um rastro de pequenas luzes, brilhando no chão. Com o pente, a menina tentou ajeitar os cabelos da boneca. Mas eles estavam muito embaraçados. Por isso, ela decidiu fazer um rabo-de-cavalo. Depois, limpou com cuidado o rostinho de plástico. Molhava cuidadosamente com a sua saliva um pedaço de pano que encontrara na cozinha e depois passava-o pelo rosto da boneca. Linda! Agora só restava ajeitar o vestido floridinho, que estava todo molhado e amassado.
Ela despiu a boneca com cuidado e enxugou o corpinho da boneca. Agora era secar o vestidinho atrás da geladeira. Enquanto esperava o vestido ficar sequinho ela trocou as próprias roupas encharcadas enquanto consolava a sua bonequinha: _Não se preocupe Gilda, vai ficar como novo, viu? enquanto esperava que o vestido secasse ela adormeceu no sofá da sala apertando sua boneca nova tão apertado perto do coração que nem sua mãe conseguiu fazer com que ela se desvencilhasse em seu sono do seu presente tão sonhado.
Vieram os sonhos.Sem música, sem palavras, imagens foram os sonhos que vieram. Sonhos. Primeiro sonhou que estava dançando com a Gilda no meio do salão onde acontecia a ceia de Natal. Todo mundo aplaudia, todo mundo gostou da Gilda. Daí o sonho misteriosamente transformou-se, ela estava só no meio da ceia, fazendo um discurso. Ela estava à cabeceira da mesa, toda sua família estava presente. Ela falava e falava, mas no sonho ela não se ouvia, mas ela soube que todo mundo gostou.
O sonho rodopiou outra vez, ela estava com sua querida boneca num parque. De repente voltaram pra ceia. Via as luzes, o brilho, a beleza das louças e enfeites, e a bonequinha usando um lindo vestido de festa. Despertou com as mãos de sua mãe em seus cabelos, despertou com o terno olhar de sua mãe. Segurava Gilda junto ao peito. Sua mãe segurou sua mão direita. - Dormiu bem, querida? Cochilou gostoso? - Mamãe, voce me ensina a cuidar da Gilda que nem voce cuida de mim? - Ai, filha! Sua mãe abraçou-a forte. Levantou-a do sofá e propôs, num rompante: - Vamos brincar de ciranda. A Gilda, voce e eu. Topa? - Vamos, vamos!
Começaram a bailar pela sala. As risadas cristalinas de Suzy enchiam a casa, a rua, a cidade. Há quem diga que Gilda também sorria. Mas isso ninguém pode afirmar. Sim, Gilda sorria, como só os brinquedos sabem sorrir ao verem seus donos tão felizes. Ninguém nunca consegue ver isso, mas os brinquedos ganham vida quando ninguém está olhando, e eles cuidam de seus donos, como Suzy cuidava de sua linda bonequinha tão sonhada, Gilda também tinha sonhado com Suzy, ela não sabia, mas sempre desejou ter uma dona assim, tão carinhosa e cuidadosa.
E ambas sabiam que teriam muitas aventuras e alegrias pela frente.

Papai Noel

segunda-feira, dezembro 25, 2006

Paris, quem sabe




Sua mão na minha
Por sobre ou entre os dedos
Será pra sempre o elo.

O tempo...ah! o tempo...
Horas pequenas, roubadas e fugidias.
Pequenas ilhas de paz e calma
Onde bebemos e nos fartamos
De prazer e riso.

Pedaços de amor
Conquistados e usufruídos.
Degustados gota a gota
Com a certeza de quem sabe
que o caminho é aquele. Só aquele.

Sem amargura.
Sem desengano.
Sem lamentos.
Paixão e risos. Somente.
E a luz de uma possível Paris a brilhar em nossos olhos.

Venha agora.
Embarque no ultimo vagão do derradeiro trem E vamos ver Paris.

Mas lembre-se:
Sua mão na minha
Por sobre ou entre os dedos
Será pra sempre o elo.

Making of

Prole

Eu e minha prole: Tiago, Carol Hugo e a Mimosa, claro, que já faz parte da família.

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Feliz Natal!

Amigos, um Feliz Natal a vocês com um trecho de um dos mais lindos poemas que conheço:


Art III

Fica decretado que, a partir deste instante, haverá girassóis em todas as janelas, que os girassóis terão direito a abrir-se dentro da sombra. E que as janelas devem permanecer o dia inteiro abertas para o verde onde cresce a esperança.

Os Estatutos do Homem / Thiago de Mello


quarta-feira, dezembro 06, 2006

Volto já

Sei que o amigo secreto tá bombando, mas não pude nem ver ainda quem eu tirei.
Volto domingo (dia 10) e vou colocando aquilo em dia. Até agora já passam de 400 as mensagens, mas, eu sou forte! Beijos!!!!!

terça-feira, novembro 28, 2006

Credos

Eu acredito em druidas.
Eu acredito no poder terapêutico das margaritas da Naty.
Eu acredito no feitiço das bolsas da Denize.
Eu acredito numa sentença favorável à Fal no processo de alimentos movido contar a Helga pra amparar Kelly Cristina.
Eu acredito que os dentes da frente de Ana Paula não durem muito se ela continuar convidando Claudio Luiz pra suas aulas.
Eu acredito que Obi Wan venha pro lado negro da força.
Eu acredito que este lado negro seja longo, de seda e com um racho do lado.
Eu acredito que a Kombi da Maloca existe.
Sou muito crédula.
Mas o MAURO,ah..mas não existe meeesmo!!

Almoço da Fal - fotas

Bel, Ana Paula, Drica e Carla San
Raquel e Gisela
Denize e Fal


Tina, Drica, Ana Paula e Suzi.

Tudo fota roubada do blog de Carla San pois as vacas desclassificadas (em especial a Ana Paula) não nos passam as fotas com as quais irei garantir a minha aposentadoria. Ai ai...por que não levei minha câmera?

Almoço da Fal

Pois é...
Mulheres.
Mulheres que escrevem.
Mulheres que escrevem em blogs.
Mulheres que escrevem e comentam em blogs.
Mulheres que escrevem, comentam em blogs e trocam emails.
Mulheres que escrevem, comentam em blogs, trocam emails e se metem na vida umas das outras.
Mulheres reunidas, felizes, falantes, e ligeiramente bêbadas.

. Ana da Vaca
. Ana Paula
. Bel

  • Carla San
  • Claudia
  • Dalva
  • Denize
  • Drica
  • Faby
  • Fal
  • Flávia
  • Gisela
  • Greice
  • Juju
  • Lígia
  • Maloca
  • Raquel
  • Sealvia
  • Suzi
    . Taty Tatuada
    . Tina
    . Violinha
  • Helga

    E louvores sejam feitos a Alexandre, o Belo e Obi Wan. Homens que aturaram a zona reinante e participaram da algazarra. Ouviram todas as loucuras, riram dos micos absolutos e não emitiram sequer um suspiro reprovador.
    Alexandre, a casa era sua e vc resistiu bravamente à invasão bárbara.

    Obi Wan, eu sei. Quando vc for um terapeuta famosérrimo, teremos desconto, né? Afinal, cada uma é objeto de tese.

    Beijos meninas! Linquei quem eu sabia. Me passem os demais?
  • Helguita fiz alguma M pois nao consegui ainda colocar teu nome na ordem correta. Mas tava lá viu? Acredite. Nao sei o que houve. Sou péssima nisso. Mas agora tá botado. Pronto

    domingo, novembro 19, 2006

    Resultado


    Cheguei ontem.
    Semana trabalhosa. Embarcamos enfim 9 containers iguais a esse. As caixas estão de ponta cabeça, eu sei, é de propósito. Precisa chegar ao Canadá assim.
    Vocês nem imaginam o trabalho que isso deu. Tudo especial, das etiquetas à documentação.
    Viajo novamente na terça pra Argentina e retorno na sexta direto pra São Paulo no restaurante Dumas.
    Mulherada, me aguarde! Vou chegar ar-ra-san-do de bolsa nova no almoço!

    sexta-feira, novembro 10, 2006

    Meu cafezal em flor...


    Alguém já tinha visto flor de manjericão?
    Eu nunca. e estou encantada.
    É preciso muito pouco pra me fazer feliz.

    Devoção


    O velhinho do semáforo disse que destranca caminhos, afasta mal olhado, atrai fortuna e traz felicidade.
    E no velhinho do semáforo eu acredito. Amém.

    quarta-feira, novembro 08, 2006

    BAG CHIC SUZI - Dá licença?


    Acordo cedo
    Faço um cheiroso café
    Ligo o computador
    Respondo alguns emails
    Boto pra imprimir uns documentos
    Vou dar uma espiada na

    Fal

    A vaca tá lá esfregando a bolsa nova dela na nossa cara.
    Normal.
    Aí eu dou aquele suspiro, clico no link e...
    tchan-tchan-tchan-tchan!
    Olha lá!
    A

    Denize


    fez uma bolsa com meu nome!!!!!
    Nada mais, nada menos que meu nome completo, inclusive: BAG CHIC SUZI
    Podem se matar. Eu deixo.

    terça-feira, novembro 07, 2006

    Agora fudeu!

    Matéria do O Globo de hoje:

    Mão dupla nos ares

    Desde a última quinta feira, todos os aviões da FAB deixaram de ser controlados pelo Centro de Controle de Tráfego Aéreo de Brasília (Cindacta 1) e passaram a ser operados pela Defesa Aérea, que antes tinha a função apenas de monitorar aviões em missão militar. A medida é uma tentativa de ordenar a crise que se instalou no tráfego aéreo brasileiro desde o início da operação-padrão dos controladores de vôo. O espaço aéreo passou a ter dois "gerentes": um o Cindacta - para os aviões comerciais e outro a Defesa Aérea para os avioes da FAB.

    O que seria uma solução acabou ampliando o clima de insegurança e estresse no Cindacta 1 já que as equipes não tem contacto entre si.

    Deixa ver se entendi:
    - Tem um João controlando meu voo e outro João controlando os voos do Aerolula, por ex.
    - Eles nao se falam
    - Não existe hierarquia entre eles

    Então pode ser que a gente se cruze nos ares, é isso? Meu medo é não cruzar.
    Mais uma coisinha pra pensar lá em cima.

    segunda-feira, novembro 06, 2006

    Brinquedinho novo


    Hoooooras de aeroporto?
    Hotel sem banda larga?
    Solicitação de resposta urgente de email durante viagens?
    Meus problemas acabaram!!!!
    E daí que todo mundo tem?
    Tô me sentindo menino em manhã de Natal...
    É... eu sei...eu já disse que ando esquisita.

    Brotos


    Enquanto eu viajava ela se encheu de brotos.
    Será que a primeira rosa demora muito?

    quarta-feira, novembro 01, 2006

    Certas coisas não mudam jamais... ou... Testosterona: o elemento que guia os povos e determina o destino da humanidade

    César Bórgia preparou-se a vida toda para comandar o exército do pai, papa Alexandre VI. O pai sempre preferiu o filho Juan.
    César era um dos homens mais cultos de sua época e Juan um bom vivant? Tudo bem, César engolia.
    César era um estrategista e Juan mau e soberbo? Ok...
    César virou o jogo numa esperta e oportuna manobra contra o Rei da França e Juan ganhou por isso o posto de General? No problem...
    Juan conduziu as tropas de forma desastrada e perdeu parte dos domínios papais e mesmo assim foi recebido pelo pai com honras e jóias? Tudo certo...
    César só sentiu o gosto amargo do ódio na boca a lhe sufocar a garganta e embaralhar a vista quando sua amante, na real sua cunhada casada com o outro irmão Jofre (êta família animada sô!) o deixou sem maiores explicações e César descobriu que ela era amante também de Juan.
    Ah.. isso também é demais!!!

    Homens.... humpf!

    Breve constatação na vida corporativa

    Autoritarismo grosseiro denuncia inabilidade ou incompetência. Quando não as duas coisas juntas.

    Working...

    Pra quem disse que canadenses sao sempre sisudos...

    segunda-feira, outubro 23, 2006

    No trecho

    Vou pro Espírito Santo (amém) amanhã e volto por volta do dia 01 de Novembro. Trabalho, claro. E desta vez vou de Tam que pelo menos só cai as portas.

    quarta-feira, outubro 18, 2006

    Trilha sonora

    O ritmo do trabalho e da vida (não são a mesma coisa?) é frenético.
    Mas a trilha sonora é essa:

    Bandeira
    Zeca Baleiro

    Eu não quero ver você cuspindo ódio
    Eu não quero ver você fumando ópio para sarar a dor
    Eu não quero ver você chorar veneno
    Não quero beber o teu café pequeno
    Eu não quero isso seja lá o que isso for
    Eu não quero aquele
    Eu Não quero aquilo
    Peixe na boca do crocodilo
    Braço da Vênus de Milo acenando tchau
    Não quero medir a altura do tombo
    Nem passar agosto esperando setembro, se bem me lembro
    O melhor futuro este hoje escuro
    O maior desejo da boca é o beijo
    Eu não quero ter o Tejo escorrendo das mãos
    Quero a Guanabara, quero o Rio Nilo
    Quero tudo, ter estrela, flor, estilo
    Tua língua em meu mamilo água e sal
    Nada tenho vez em quando tudo
    Tudo quero mais ou menos quanto
    Vida vida noves fora zero
    Quero viver, quero ouvir, quero ver
    (Se é assim quero sim, acho que vim pra te ver)

    terça-feira, outubro 17, 2006

    Há algo de errado quando...

    - na sua caixa de entrada do email profissional tem 21 mensagens e na pessoal tem 7, sendo que a profissional vc abre a cada 15 minutos e o pessoal 2 vezes por semana;
    - a data praquele show delicioso anos 70 e 80 que você combinou que ia vai chegando e vc vai ficando desesperada por uma desculpa pra não ir;
    - no seu guarda roupa tem mais camisas brancas que vestidos;
    - 90% dos contatos do seu msn são de trabalho;
    - alguém pede pra vc escolher um presente e vc grita: impressora multifuncional!!!!!
    - vc atende o telefone de casa assim: Suzi....
    - seu celular não é desligado nunca, nem vc sai sem ele;
    - seus email de trabalho sao respondidos no domingo à noite pra "adiantar a segunda feira";
    - vc abre o msn as 7.15 da manhã e 3 pessoas te pedem informaçoes, no mesmo corpo da mensagem de bom dia;
    - vc se sente culpada quando vê a revista informativa da semana nas bancas e vc ainda nao terminou de ler a da semana passada.

    domingo, outubro 15, 2006

    Fessora!!!!!


    Essa maçã é da Fal .

    quarta-feira, outubro 11, 2006

    Tutty Vasques - no mínimo

    Acidente comprova:
    Controle de tráfego aéreo em Nova York é pior que na serra do Cachimbo. Essas coisas o “New York Times não vê”. Ô, raça!

    terça-feira, outubro 10, 2006

    Chico



    Este é o Chico. Guardião da minha horta.

    Rosas não falam



    Decidi ter uma roseira.
    Fui à floricultura, escolhi o vaso, a cor da rosa, as florzinhas de volta (que a moça me disse o nome e eu já me esqueci), até o regador.
    Plantaram a roseira, entregaram e eu coloquei na sala, perto da janela.
    E em verdade vos digo: quando a primeira rosa abrir e eu for a proprietária de uma autêntica rosa branca feito clara em neve, vou melhorar o nível das minhas amizades, ah vou!
    Não vou poder mais me dar com qualquer um!

    segunda-feira, outubro 09, 2006

    Sinal dos Tempos?

    Hoje fui bem atendida e bem tratada em DUAS repartições públicas. Funcionárias competentes, bem humoradas e interessadas de fato em resolver o problema. Uia! Não é um must? Nem sei a quanto tempo eu reclamo do contrário!

    sábado, outubro 07, 2006

    Lembranças num boteco da UEM

    Numa conversa de boteco, com a turma do teatro da UEM, descobrimos que um pesquisador daquela universidade havia desenvolvido um anticoncepcional pra cupins, como forma de controle do inseto.
    Boteco já viu como é que é né? Acabei escrevendo a historinha abaixo, cheia de referências a pessoas queridas, cheia de códigos da turma e hoje, lendo tamanha bobagem, achei que valia a pena postar. Não pela história, mas pela lembrança que cada linha dela me traz.
    Um beijo a todos que participaram dela. E um brinde a cada um que faz parte da minha vida.

    Cupim na cama

    O cupim é um bichinho que gosta de comer madeira e papel.
    Gosta muito de madeira e papel.
    Se você fosse um cupim e gostasse muito de madeira e papel, que local escolheria para morar? A-CER-TOU! Uma biblioteca, lógico!
    Pois foi a biblioteca de uma universidade que a cupim-rainha de um reino azul – azul sim, pois existem cupins de várias cores, sabia não? – escolheu como novo endereço para formar ali o seu reino.
    Seu nome era Cupincha e junto com seu rei, o Cupinchão I, O Dotoso, formaram o seu ninho de amor na fresta de uma parede da biblioteca.
    O tempo foi passando e o cupinzeiro aumentando.
    A Cupincha, pondo milhares de ovos por dia, em uma semana já era rainha de um batalhão esfomeado.
    Seu reino era formado pelo casal real: Cupincha e Cupinchão I, e centenas de soldados e cupins operários.
    A fome desta cambada toda logo se fez notar nas estantes da biblioteca. Os livros iam dormir inteiros e acordavam todos roídos e esburacados.
    As estantes já estavam todas corroídas.
    Tininha, a bibliotecária loira e esperta (duas características que em geral, não combinam entre si, mas neste caso se aplica, pois Tininha era danada), logo, logo encontrou uma solução para o problema.
    Nessa universidade, um pesquisador havia descoberto um anticoncepcional para cupins. O negócio era o seguinte: botava o danado do pozinho anticoncepcional nos livros e estantes, os cupins operários levavam pedacinhos com pozinho para o cupinzeiro, todo mundo comia, inclusive a rainha, ela parava de pôr ovos, e BINGO! Em pouco tempo o cupinzeiro ia diminuindo, diminuindo, até acabar, pois não nascia mais nenhum cupinzinho.
    E assim foi feito. De um lado Tininha a super-bibliotecária tentando salvar seu acervo com a ajuda do pesquisador, e de outro o cupinzeiro ameaçado de extinção sem ter a menor noção do que estava acontecendo.
    Enquanto isso a vida corria tranqüila no reino de Cupincha e Cupinchão I.
    Cupinchão se levantava no raiar das onze horas, se espreguiçava e tocava sua sineta. Lá vinha um cupinzinho operário com seu café da manhã. Colocava a bandeja na cama e suspirava com inveja olhando para os cartazes de cupinchinhas peladas espalhados pelas paredes. Afinal o Cupinchão precisava de incentivo em seu fatigante trabalho.
    Todo cupim operário sonhava um dia ser Cupinchão.
    No palácio do reino dos cupins havia os aposentos da rainha, os aposentos do Cupinchão, o berçário com milhares de bercinhos sempre cheios de cupinzinhos azuis e os aposentos de hóspedes.
    O berçário estava ficando cada vez mais vazio pois a Cupincha vinha botando cada vez menos ovos, até que um dia parou de vez.
    Enquanto isso os boatos corriam soltos pelo reino afora. Os operários, que morriam de inveja das mordomias do Cupinchão, diziam, à boca grande e pequena, que ele já não era mais o mesmo. Já não nasciam mais cupinzinhos azuis e culpavam o coitado.
    Já havia quem duvidasse da masculinidade do Cupinchão, que passou a ser cantado e decantado pelos súditos em marchinhas bem pouco lisonjeiras.
    E o Cupinchão ali naquela agonia. Toda noite ia até os aposentos da rainha para cumprir com função, antes tão prazeirosa.
    Já encontrava a Cupincha de cara feia:
    - Será que desta vez funciona? Pois saiba que o segundo mandamento da rainha feliz é: “O que não serve mais à Sua Majestade, corte e jogue fora”
    Com uma pressão dessas, nem viagra dá jeito.
    O Cupinchão, achando que já não fazia mais cupinzinhos e acreditando que a culpa era toda dele, passou a não funcionar mais.
    Não havia nada que levantasse o moral do Cupinchão. Tentou de tudo: massagens, revistas de cupinzinhas peladas e NADA! Estava desesperado.
    Foi aí que lembrou do velho pajé. Era um cupim velhinho que sabia de remédio pra tudo. Mandou chamar.
    O pajé chegou, examinou o Cupinchão e pediu dois dias pra pensar numa solução.
    E o Cupinchão, não tendo outro jeito, teve que concordar.
    E a agonia continuou. Logo de manhã, após mais uma noite de tentativas fracassadas, o Cupinchão acordou com a musiquinha cantada pelos operários:
    “Será que ele é, será que ele é?...”
    Na bandeja do seu café da manhã o jornal diário estampava na primeira página uma foto sua com a manchete: “Há algo de podre no reino dos cupins” e uma foto do Cupinchão roxo do reino vizinho, que ficava embaixo de uma mangueira no pátio da biblioteca, com a seguinte frase: “Rainha convida Ricardão III para temporada no palácio.”
    Cupinchão passou de preocupado a maluco. Mandou chamar o pajé.
    O velhinho, vendo o desespero do Cupinchão, disse:
    - Achei a solução!
    Explicou que o grande mal estava na comida e quem não estava funcionando não era ele e sim a rainha. O Cupinchão, coitado, desesperou-se.
    Que o pajé não sabia o que estava falando. Quem não funcionava era ele. Que a rainha já se referia a ele como “o falecido”, que a sua moral vivia constantemente em baixa. Enfim, quem sofria as penas do inferno era ele! Pensava que era fácil? O jornal local já anunciava a chegada do Cupinchão roxo para os próximos dias e ele tinha pouco tempo.
    A rainha dera um ultimato – ou “eu te mato” como diziam alguns – dizendo que, se não voltassem a nascer cupinzinhos naquele reino, o Cupinchão ia ficar sem uma parte do corpo que ele prezava muito. No que acrescentou maldosa:
    - Já não está tendo nenhuma utilidade mesmo...
    O pajé ouviu paciente o desabafo do Cupinchão e anunciou que ia começar o tratamento. Parte deste tratamento seria que, a partir de então, ele mesmo prepararia as refeições do Cupinchão e da rainha.
    Naquela mesma noite o pajé saiu a procura de comida. Ao invés de roer os livros e estantes da biblioteca da Tininha, pois sentiu neles o mesmo cheiro estranho que havia sentido na comida do cupinzeiro, procurou, procurou e acabou encontrando um monte de papéis sem o danado do cheiro, no cesto de lixo.
    Levou para o cupinzeiro e começou o tratamento. Pediu à rainha que desse três dias de descanso ao Cupinchão - afinal ele estava muito estressado – e levava a comida dos dois, que ele mesmo buscava no cesto de papéis.
    Para disfarçar, pois ninguém acreditava que o problema estava na comida, o pajé servia um chazinho de ervas para o Cupinchão, dizendo estar ali o antídoto para a grande maldição.
    Eis que, desgraça pouca é bobagem, o Ricardão III chega no segundo dia de tratamento do Cupinchão.
    Hospedado no quarto de hóspedes, olhando com desdém para o Cupinchão e azarando a rainha na maior cara de pau, Ricardão era seu inferno astral e, ainda por cima, roxo! Ele não tinha só aquilo roxo. Era todo ele roxo!
    Cupinchão ordenou ao pajé que se apressasse com o serviço, que ele precisava visitar a rainha no final do descanso de três dias e não podia dar vexame.
    Se não desse certo ele estaria perdido.
    O pajé preparou um jantarzinho íntimo para os dois, com velas e rosas amarelas, serviu um chazinho esperto e se despediu com um sábio conselho:
    - Vai que é tua, Cupinchão!
    A rainha estava linda e perfumada. Cupinchão, confiante no tratamento e relaxado por efeito do chá, estava em ponto de bala. Tiveram uma maravilhosa noite de amor.
    Na manhã seguinte, ao perceberem que o Cupinchão havia dormido nos aposentos da rainha, os operários trataram de espalhar a notícia.
    Em cinco minutos o cupinzeiro todo estava sabendo.
    Passaram o dia em polvorosa. E o Cupinchão na maior felicidade. Fan-tás-ti-co!
    No outro dia vem a notícia: a rainha havia botado milhares de ovos e o berçário estava repleto de cupinzinhos.
    Cupinchão mandou reunir os súditos defronte ao berçário para mostrar a todos o resultado do seu sucesso. Ia ser uma cerimônia linda. Rufariam os tambores, tocariam os clarins e abririam as cortinas do berçário. Maravilha!
    Tudo pronto pra festa, Cupinchão fez questão de convidar pessoalmente o Ricardão III. Praticamente exigiu a sua presença no evento. Seria a sua vingança.
    Os súditos chegaram, foram se juntando em frente à vidraça do berçário, no maior ti-ti-ti. Ricardão, meio desconfiado, chegou junto com o casal real.
    Cupinchão não cabia em si de felicidade. O pajé deu início à cerimônia, e, depois de um breve discurso, enaltecendo as qualidades do nobre reprodutor, enquanto os súditos aplaudiam e deliravam, os tambores rufavam e tocavam os clarins, o pajé abriu as cortinas.
    Lá estavam, em seus bercinhos, lindos e rechonchudinhos, milhares de cupinzinhos...roxos!
    Cupinchão ficou tão danado da vida que criou asas e voou pra longe. Depois de algum tempo, tiveram notícias dele. Estava namorando uma formiguinha independente que morava sozinha. Montara um banco de sêmen para Cupins com problemas e – dizem as más línguas – o Ricardão III era seu melhor cliente.
    Assim era melhor. Depois de tanto stress, nada como viver ao lado de sua laborosa companheira, fazendo aquilo que mais sabia e mais gostava.
    Os problemas de Tininha, a super-bibliotecária loira e esperta, de repente, acabaram. Os livros e estantes não eram mais roídos. Os cupins desapareceram.
    O pozinho anticoncepcional do pesquisador foi considerado um sucesso e tudo voltou ao normal.
    Tininha até hoje fica intrigada quando passa embaixo da mangueira que existe no pátio da biblioteca, onde fica estacionado o seu fusca vinho, e vê, ao pé do tronco, um monte de bichinhos azuis e roxos saindo de um buraquinho. O que seria aquilo?

    segunda-feira, outubro 02, 2006

    Apertem os cintos

    Viajo amanhã a trabalho e volto na sexta.
    De Gol.
    Pois é.
    Quem for de rezar, pelamor, reza! Que o trem é feio.

    O que não se faz pra garantir o uisquinho das crionças...

    sábado, setembro 30, 2006

    Good Night and Good Luck

    Assisti Boa Noite e Boa Sorte do George Clooney.
    O filme é ótimo mas não vou falar dele. O melhor de tudo foi assistir nos extras o filme comentado por Gerorge e o produtor. Além de lindo, gostoso e bom ator esse moço me sai como um senso de humor delicioso capaz de rir de si próprio e de hollywood inteira em comentários leves num bate bola tão fantástico que não faria feio em nenhuma mesa de boteco.
    George Clooney sobe 4 pontos no meu conceito.

    Filmes que preciso ver

    "Primavera, Verão, Outono, Inverno e Primavera" de Ki Duk Kim e "Machuca" de Andreas Wood.

    Os monstros contra-atacam

    Tenho monstros acorrentados no sótão.
    Anos da auto-análise, análise convencional, estudo e observação aliados ao desafio diário e constante de conhecer e reconhecer as próprias mazelas para melhor administrá-las uma vez que resolvê-las é impossível, conseguiram a bárbara façanha de mantê-los adaptados às correntes e calmos o suficiente pra ser possível receber as visitas na sala.
    Mas (sempre tem um mas), de vez em quando uma fala, um texto, uma determinada entonação num assunto qualquer, acorda e irrita um desses monstros e eles sacode as correntes enlouquecido, acorda todos os demais e haja barulho!
    E daí ninguém entende o ódio nos olhos, a veemência da fala e a virulência do vocabulário. Acalmar novamente os monstros leva tempo. Cada um deles se sente revigorado após cada catarse e a volta à calma original demanda esforço cada vez maior. Embora a reclusão seja necessária ao processo nem sempre isso é compreendido. Não, eu não quero companhia. Não, eu não quero falar sobre o assunto. Sim, eu sei que te magoei, e saiba que na hora era exatamente isso que eu queria fazer.
    Não sei se irei me arrepender, mas não vou pensar nisso agora. Por enquanto as energias têm que ser poupadas e canalizadas num único sentido e os monstros ainda estão ganhando. 10 x 0.

    quarta-feira, setembro 27, 2006

    Outra face? Vem que eu te mostro!

    O perdão não existe.
    No máximo, deixamos prá lá para que a convivência não se torne insuportável, se não puder ser evitada.
    Não acredito em pessoas "que a tudo perdoam". Isso pra mim é máscara. É arma. É veneno guardado a baldes pra ser destilado em gotas sobre o perdoado. Forever.
    Neguinho que me pisa sabe logo: tá fudido. Minhas providências podem ser de dois tipos, dependendo da pisada e do neguinho: ou o troco é dado, em grau de maldade superlativo, ou o infeliz é jogado numa vala comum de total esquecimento e desprezo. Pra falar a verdade é a melhor coisa. Mas perdão, perdão, no duro, sei não. Acredito nisso não.

    terça-feira, setembro 26, 2006

    Momento Chita Descontrol ou Terapia Ocupacional Urgente





    Eu precisava ir até o centro devolver um livro na Biblioteca. Isso é problema.
    Deixei o carro num estacionamento próximo e consegui sair do orçamento em míseras duas quadras!
    Fim de mês, dia ensolarado e centro da cidade: combinação bombástica.
    O colorido das chitas na loja de tecidos me deixou (mais) maluca.
    Trouxe pra casa a primavera inteira. E estou transformando aos poucos (o sem-jeito-total manda lembranças) em almofadas e toalhas. E o que mais der na telha.
    No meio do processo, preguiça de mudar a cor da linha pra combinar com o próximo tecido a ser costurado: "mas o que diria a Denize se visse isso?" vergonha....e toca trocar o negócio todo.
    Mas olha, no plano geral passa, mas nunquinha que tenho coragem de mostrar detalhes. Costura reta só com alinhavo e riscado. E mesmo assim, olhe lá.

    terça-feira, setembro 19, 2006

    Rituais pagãos

    A maioria dos prazeres adultos não são natos.
    O vinho é um deles.
    E carrega consigo todo um ritual:
    O ritual do copo
    Quem nunca se apaixonou por uma taça de vinho? Quem não ansiou pela volúpia do toque diante de uma taça abaulada, feita do mais puro cristal Bohème (cujo nome não poderia ser outro)?
    O ritual da cor
    Quem nunca se encantou com o brilho da vela a atravessar o rubro líquido emprestando cor às rosas e uma aparência de conveniente recato às faces femininas?
    O ritual do rótulo
    Atire a primeira pedra quem não passou horas esquecidas em adegas admirando rótulos que poderiam ocupar a parede de qualquer galeria de arte do mundo (de preferência as da sua casa), com a cobiça de um menino numa vitrine de brinquedos.
    O ritual da rolha
    A coleção de "rolhas bebidas" denuncia a preferência da casa e atesta que taças gigantes vazias a receber novas rolhas são uma boa idéia de presente de Natal.
    O ritual do olfato
    O que dizer da doce embriaguez pelo odor secular de uvas maceradas a romper as finíssimas bordas de um tinto cálice, perfumando os encontros?

    Saborear um vinho é um prazer adulto. Que se adquire aos poucos e por toda a vida, na arte de ouvir a uva, de sentir a história e de apreciar os detalhes que formam o belo.
    É uma caminhada, cujo registro do primeiro passo se perdeu num primeiro e distraído gole, que teve o mérito singular de despertar mais uma bacante adormecida.
    Felizes viajantes, ébrios de prazer e beleza, brindam seus encontros à moda das tabernas de Malowe: "Nunca mais beberemos tão jovens!". Mas beberemos sempre. E sempre em muito boa companhia.

    segunda-feira, setembro 18, 2006


    ETIQUETA GLOBALIZADA
    Site inglês lança guia para ajudar executivos a não cometer gafes em viagens de negócios

    Betina Moura

    A etiqueta surgiu na corte francesa do século XVII, na forma de pequenos bilhetes escritos pelo rei Luís XIV para ensinar os convidados a se comportar nas cerimônias. Mais de 300 anos depois, o mundo transnacional dos negócios não sobrevive sem ela. Para fechar um contrato em qualquer canto do mundo ou participar de um simples jantar de trabalho, todo cuidado é pouco para evitar gafes. Pensando em orientar os executivos sobre a melhor estratégia para garantir boas transações, o site inglês A-Z of Tourism (http://www.a-zoftourism.com/) acaba de lançar um manual de etiqueta empresarial.
    As dicas vão das coisas práticas – como horário comercial e temperatura – às mais sutis. Sugerem não falar com argentinos sobre a Guerra das Malvinas ou com Egípcios sobre Israel. Explicam que em Hong Kong, as negociações poderão fracassar se quem liderar as tratativas tiver menos de 50 anos – os chineses associam a sabedoria a idades superiores a essa. Lembram também que pontualidade é fundamental nos Estados Unidos.
    O Brasil é descrito como um país onde os atrasos são frequentes e a informalidade nas relações uma regra.
    Os organizadores do guia fazem questão de avisar aos estrangeiros distraídos que os brasileiros não são hispânicos e não falam espanhol, mas português. E que os Estados Unidos não devem ser tratados como “América”: “muitos brasileiros também se consideram americanos”, alerta o site.
    Algumas informações podem salvar o viajante de situações constrangedoras. Entre elas está a de que presentes pessoais na China correm o risco de ser considerados suborno. Outros conselhos, porém, são óbvios demais. Por exemplo, o guia diz que na Bélgica é preciso bater na porta antes de entrar. Em qualquer lugar do mundo, essa é apenas uma regra de boa educação.

    Para não passar vexame: Algumas dicas para os homens de negócios

    China
    Evite sapatos de salto alto

    Japão
    Os japoneses preferem acordos orais a escritos. Evite fazer pressão para assinar documentos

    EUA
    Prepare-se para acordar cedo. O café da manhã é geralmente às 7 horas.

    Índia
    Não use roupas de couro. A vaca é animal sagrado no país.

    Países Muçulmanos
    Quinta e sexta-feira são dias sagrados e os escritórios geralmente não abrem. A bebida alcoólica é proibida. Cuidado ao conversar com as mulheres.

    Rússia
    Nunca fale sobre religião ou sobre monarquia

    México
    Colocar papéis do negócio em cima da mesa pode ser considerado rude

    Egito
    Documentos devem ser datados com base no calendário gregoriano (ocidental) e na Hégira (Islâmico)

    Conselhos sobre o Brasil: como os estrangeiros vêem o país

    - Quanto mais alto for o cargo, maior será o atraso do executivo
    - Refeições de negócios são longas. Pelo menos 2 horas de almoço e 3 de jantar
    - Não vá direto ao ponto e não saia correndo ao fim da reunião. Conversas informais são comuns.

    Comigo os estrangeiros nào precisam se preocupar. Vou direto ao ponto. Sempre. Sou pontual e capaz de resolver tudo no cafezinho. Ponto por ponto. Síndrome de coelho da Alice. Grave e sem remédio.

    domingo, setembro 17, 2006

    Trabalho

    Trabalho é uma coisa simples. Sempre. Veja que eu disse simples. Não disse fácil.
    Mesmo que a tarefa seja complexa e necessite de conhecimentos técnicos específicos o "fazer" segue um ritual universal.
    Seja qual for a área de trabalho, ela exige preparo, dedicação, atenção, organização e método.
    Existe uma coisa de glamourização do resultado que me exaspera. Quando nos deparamos com alguém que é muito bom no que faz, neguinho já imagina ele sendo o cavalo de alguma entidade que baixa no cara e produz todas as coisas maravilhosas que faz.
    E a surpresa com a descoberta de que o tal gênio produz muito e bem porque se dedica demais e sempre me enoja.
    Ouvi um ator (desses bonitinhos de televisão) num programa de entrevista:
    - Fiquei impressionado. Você não imagina. O Nanini estuda e se dedica a cada papel como se fosse o primeiro!
    Ué? E não era pra ser? Todos os papéis são primeiros! Assim como todos os clientes são únicos. Todas as campanhas são lançamentos e todos os livros são estréias. O resultado de cada tarefa não resume quem somos?

    sexta-feira, setembro 15, 2006

    Amor Líquido

    Moças lindas, inteligentes e graduadas, de meu convívio, frequentemente reclamam de que o namoro nao dura. Nem querem casar ou morar junto, mas reclamam que o namoro em geral não passa de semanas. O que chega a mês já merece comemoração. Esses dias, uma delas ficou abismada por ter saído pra jantar com um cara mais velho e conversado por 2 horas. Veja bem; 2 horas!!
    - Saí pra jantar e a gente conversou! O tempo todo!
    Como assim?
    Pois é... observando os meninos de 25 a 30 que conheço e a estranheza da moça em conversar com alguém do sexo oposto por tanto tempo tirei algumas conclusões:
    - eles (os caras dessa idade) preferem a balada bate estaca pois aí nao precisa conversar;
    - a balada bate estaca facilita a função: olha-beija-tchau;
    e, corrijam-me por favor eu estando errada, mas, acho que:
    - se forem jantar com uma garota, não terão assunto pra duas horas.

    Estou me sentindo uma tartaruga sábia.

    quarta-feira, setembro 13, 2006

    De zero a 32 graus

    Então tá combinado. Em Curitiba a gente congela em uma semana e derrete na seguinte. Be-le-za.

    terça-feira, setembro 12, 2006

    Chapa quente


    Só uma foto dos meus molequinhos a título de post, pois nao tenho tempo pra naaaaada. O trabalho tá matando. Tenho fotos lindas do feriado, mas boto quando a poeira baixar.

    sábado, setembro 02, 2006

    Entardecer em Sampa vista da janela do hotel


    Viagem de trabalho. Pauleira. Fui no domingo e voltei na sexta.
    E cá estou de volta pro aconchego.
    Carol tem uma listinha de coisas que precisa e vamos pra rua tentar resolver isso.
    E segue a programação normal

    sexta-feira, agosto 25, 2006

    Túnel do Tempo


    Quem não tem scaner sua-mente-pode-destruir que nem que a Fal, faz isso: fotografa foto.
    E essa é uma viagem.
    Começa com a menininha de vestido curtinho e sapatinho branco. Não, não sou a da frente. Sou aquela lá escondidinha atrás do arbusto. Só a posse dessa foto faria meu analista mexer em feridas que não quero nem pensar. Como não sou besta nem nada, nao mostrei isso pra ele. E já me dei alta. Toca.
    A mocinha estudante da primeira série é um estouro, é ou não é? Coisinha mais fofa a golinha branca e querem saber? Essas alças sobre os ombros são de uma sainha de pregas azul marinho que ...ahá!...cruzavam nas costas!!! E no pé? Querem saber o que ia no pé? Um conguinha! Azul marinho com as bordas brancas de borracha. E, pra completar, uma lancheira de plástico verde claro. Per-fei-ta!
    A noiva é aos 16 anos. E, não. Eu não estava grávida.
    Lá em cima um sorriso de 15 anos.
    Sentada na porta verde do teatro de bonecos em Curitiba, no festival de 1998, ao lado do Luis Amblat. Pasta de iluminadora, cheia de gelatina colorida e plano de luz pra montar. Uma delícia!
    No trabalho, tomando o primeiro cafezinho do dia, enquanto o colega passa voando na minha frente.
    Como é que a gente consegue botar no mesmo quadrinho uma volta tão imensa?

    domingo, agosto 20, 2006

    Don Giovanni


    Fui assistir a uma montagem moderna da ópera Don Giovanni de Mozart.
    Temos o ouvido do séc. XXI, habituado a toda sorte de informações musicais. E mesmo assim a obra do gênio é uma overdose.
    Vamos do lirismo ao terror, passando pela leveza da comédia em acordes precisos.
    Considerando a época e a influência musical de Bach e Haydn, é que percebemos a florescência do talento do gênio. Que não é ponte de nada pra lugar nenhum.
    É inegável que ele tenha sofrido influências, como é inegável o talento de compositores anteriores como Bach e Haydn. Mas suas influências são acervo, base e tinta para o que cria. O conjunto de sua obra é único e só se insere em classificações de estilo em decorrência da época, pois nada era antes e nada foi depois como Mozart. Sua obra é solar mesmo quando se propõe trágica, como em Réquiem.
    O famoso filme Amadeus, deixa a falsa impressão de que tudo em Mozart foi espontâneo. Que sua obra é praticamente psicografada. Vinha pronta de algum lugar no além e seu mérito seria apenas transpô-la para o papel. Alguns pesquisadores analisaram sua obra e é impressionante a relação de suas composições com a matemática, numerologia e gematria. Um equilíbrio tão perfeito de acordes que, no filme, por exemplo, a sua música não é trilha, é personagem. Tal perfeição não é mera conseqüência de "dom divino" nem "inspiração celestial". É trabalho. De um gênio, sim. Mas trabalho.
    Um gênio que nasceu iluminado por um dom ímpar, visionário, capaz de ter uma ópera inteira na cabeça antes de escrever uma nota sequer. E suas óperas são aquela festa de côros que evoluem em perfeita sintonia com a cena que corre no palco. Côros em balcões ressoando a divina ira, percussões em batidas crescentes e excitantes interrompidas pelo solitário lamento de um oboé.
    O delicioso e devasso Don Giovanni me parece autobiográfico. E o seu trágico fim é a consciência de uma época. Nenhuma transgressão seria perdoada.

    sábado, agosto 19, 2006

    Tá, eu sei que ninguém aguenta mais, só mais uma...


    Huguinho de cabelo cortado pelos amigos, contando como foi receber a notícia e comemorar com a galera. É lindo, né? Esse meu moleque conta uma história como ninguém. Reparem que o dvd na tela é do Bruno e Marrone...pois é... vão vendo o grau do amor que faz uma coisa dessas...eu comprei de presente pra ele e deixei tocar na festinha, ainda cantei junto abraçada com o pestinha.
    O irmão mais velho, Tiago, não pode estar presente pois está em Sampa fazendo Poli. Mas 9 de setembro é aniversário do Hugo, o Tiago vem pra Curipa e faremos mais uma festinha. Juntar as crias, lamber, apertar e morder é uma delícia.

    Da Série: Matando o filho de vergonha ou Orgulho demais!



    Mãe é isso: compra vaquinha de pelúcia e decora a casa com motivos rurais pra receber o filhote bixo... (dúvida se bixo escreve diferente de bicho)

    quinta-feira, agosto 17, 2006

    Como diz a Carol: não basta ser mãe, tem que matar o filho de vergonha.

    Meu mais novo Homem do Campus


    Chorei descontrolada quando vi o nome dele impresso na lista dos aprovados em Zootecnia na Universidade Estadual de Ponta Grossa 2007.
    A gente sabe a vitória que foi isso. A gente sabe o gosto que tem.
    E as lágrimas que brotam e correm pelo rosto não precisam ser contidas.
    Parabéns HUGO CASTELANI!!!!!
    Você é maravilhoso!
    E a mãe te adooooooooorrrraaaaaa!!!!!!

    terça-feira, agosto 15, 2006

    O terror manda lembranças

    Todo valor é relativo.
    Valores absolutos só existem em matemática, assim mesmo, só no cursinho pré-vestibular.
    A partir da faculdade, lidamos com tudo, inclusive com números, de forma relativa.
    O valor das coisas varia de fulano pra fulano. O valor de um livro, pra mim, por exemplo, é maior ou menor ao do mesmo livro pra você.
    Esses valores podem ser reai$, afetivos, o que for. Serão sempre relativos.

    Pois é... Mesmo admitindo essa relatividade toda, é chocante ler o Guilherme Fiuza, coluna de Nomínimo de hoje:

    “Talvez mirem num repórter mais famoso, e queiram sua mensagem veiculada no “Jornal Nacional”. Depois da perseguição aos policiais, está aberta a temporada de caça aos jornalistas."

    Como assim? Não entendi.
    Eu tinha imaginado que a estratégia de exibir a gravação na madrugada de domingo era com o intuito de não ampliar (mais que o mínimo necessário) a voz dos terroristas. E que tinha sido possível fazê-lo diante da não exigência de horário por parte dos bandidos. Ou isso também foi negociado, sei lá.
    Mas diante da frase do Fiuza, me pergunto:

    O máximo que valia pra emissora a pele do Portanova era a madrugada de Domingo?
    Os terroristas até queriam o horário nobre, mas a “moeda”que tinham não dava pra negociar?
    Quer dizer que se fosse o Bonner íamos ter chamada de Plantão do JN, Fantástico e Globo Repórter?
    Morro e não vejo tudo.

    segunda-feira, agosto 14, 2006

    E o meu amado Othelo, que voltou pra parede depois de 4 anos guardado

    Bibliotecas








    A Fal que inventou de publicar no blog dela fotos da biblioteca de seus leitores. Tudo arrumadinho em estantes que nem o povo que lê a Fal tem, eu não tenho.
    Mas copiei a Fal e saí fotografando alguns cantinhos meus com livros.
    Agora preciso de mais prateleiras pra tirar o resto dos livros que ainda estão dentro dos armários.

    domingo, agosto 13, 2006

    Violetas


    Elas estão começando a se organizar. Mas a rosinha, como tinha só 2 botõezinhos, esperou que as coleguinhas, todas com cores quase iguais, florissem, para depois, bem metida, colocar as petalazinhas de fora. Uma perva.

    sábado, agosto 12, 2006

    Neve em Curitiba


    Hoje é dia de Baú... vejam mais esta que achei:
    Um cartão postal, sem data, mas pelas roupas e pela cara da Rua XV deve ser década de 70.
    Neve em Curitiba, gente! Não é demais?
    Muito provavelmente seja inverno de 75, quando o Paraná teve todas as suas plantações de café (economia principal do Estado, na época) queimadas por causa da geada.
    Eu era uma criança de 7 anos, e minha lembrança desse inverno é de almoçar na cama de tanto frio que fazia.

    Do Baú


    Sim, meus amores! Eu já fui uma moça que estudava teatro! E fazia pesquisa em biblioteca e tudo.
    Mexendo no baú, encontrei este caderninho.
    Olha só:

    "A comunicação está mais preocupada em dizer alguma coisa do que expressar uma forma.
    Não é próprio da comunicação o criar formas.
    A comunicação tem um compromisso imediato com o público. Ela tem pouco tempo. Deve dizer imediatamente o que lhe interessa dizer.
    Não se trata de pura expressão. O problema é dizer alguma coisa a determinado público.
    Como a comunicação tem um compromisso imediato com o público, ela não pode usar formas inovadoras. Ela usa formas já capazes de serem entendidas pelo público.
    Mas aqui há uma relação delicada.
    Essas formas que ela usa não são totalmente ao nível do entendimento das massas.
    Só é possível vender uma mensagem em termos criativos.
    A forma que a comunicação usa está um passo à frente da massa. Mas é uma distância que pode ser percorrida. Há uma troca. A massa recebe alguma coisa em termos culturais, que faz com que o padrão do público se eleve cada vez mais.
    A arte trabalha com símbolos, e o quanto estes aproximam-se dos arquétipos universais e são capazes de expressá-los formamente mais a obra tem condições de perenidade"

    Arte e Comunicação
    Autor: Jacob Klint


    E, do alto da minha total sapiência, fui capaz de anotar no caderninho:

    Artes Plásticas e Desenho
    José de Arruda Penteado
    (droga! ele só dá "receitinhas"!)
    Pois é. Aos 27 anos eu julgava e condenava os livros indicados pelos professores. Coisa feia.

    terça-feira, agosto 08, 2006

    Barradas no Baile

    Uma amiguinha da Carol, menor de idade. na portaria de uma balada, com uma identidade que não era dela:
    - Nome da mãe.
    - ....é...Fulana de.....Tal!
    - Nome do pai.
    - ....
    -Você nao sabe o nome do seu pai?
    - É que ele morreu.
    - E porque ele morreu você não sabe o nome dele?
    - É que eu não gosto de falar nesse assunto.

    Pode?

    Jorge Amado



    É por estas e outras muitas que eu amo este homem:

    Avô, mesmo que a gente morra, é melhor morrer de repetição na mão, brigando com o coronel, que morrer em cima da terra, debaixo de relho, sem reagir. Mesmo que seja pra morrer nós deve dividir essas terras, tomar elas para gente. Mesmo que seja um dia só que a gente tenha elas, paga a pena de morrer".


    (Os Subterrâneos da Liberdade - Agonia da Noite)

    segunda-feira, agosto 07, 2006

    Navegação de Cabotagem


    Lendo o que o Eduardo escreve com maestria (Pisando em Uvas aí do lado, vão lá, vão lá!), no seu último post sobre Neruda, me lembrei de uma das muitas histórias de Navegação de Cabotagem do Jorge Amado. As histórias das viagens que fizeram juntos Jorge e Neruda são impagáveis.
    Sempre que vejo um artesanato gigante nas viagens que faço, lembro do Neruda carregando uma enorme cabeça de boi, por toda a China. Essa história é ótima.
    Cada vez que Neruda via um trambolho desses gritava: "No puedo más vivir sin esto!" E lá vinha aquele transtorno todo.
    O que se fez pra esconder esses trecos do Neruda e as peripécias executadas para transportar os trecos que nao conseguiram esconder dele sao hilárias.
    Grandes personagens, grandes histórias, delicioso livro. É um daqueles de cabeceira.

    Navegação de Cabotagem - Apontamentos para um livro de memórias que jamais escreverei. Sei. Sempre gozador esse amado Jorge.

    quinta-feira, agosto 03, 2006

    Roubado do Kibe Loco (link aí do lado)


    O HOMEM, A LENDA, O MITO

    Graças à força do cinema enlatado "Made in USA", muitos atores estrangeiros que, digamos, "atuaram" em filmes de ação e aventura são verdadeiros símbolos de força, masculinidade e bravura no mundo todo. É o caso do trio Bruce Willis, Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger.
    Não há quem não lembre de cenas marcantes desses astros em clássicos como "Duro de Matar", "Rambo" ou "O Exterminador do Futuro". É fato.Contudo, um outro ator muito mais forte, másculo, bravo e sobretudo talentoso, é, curiosamente, muito menos prestigiado por aqui. Por isso, enumero abaixo algumas verdades indubitáveis sobre Chuck Norris:
    1 - As lágrimas do Chuck Norris curam o câncer. O problema é que ele é tão macho que não chora nunca. Nunca!
    2 - Chuck Norris não dorme. Ele espera.
    3 - Chuck Norris está atualmente processando a NBC. Ele alega que "Lei e Ordem" são os nomes patenteados para suas pernas ("Lei" a esquerda, "Ordem" a direita).
    4 - Se você pode ver Chuck Norris, ele pode ver você. Se não pode ver Chuck Norris, você pode estar perto da morte.
    5 - Chuck Norris contou até o infinito. Duas vezes.
    6 - A última página do Guiness (livro dos recordes) diz em letras miúdas: "Todos os recordes do mundo pertencem a Chuck Norris. Nós apenas nos damos o trabalho de listar os segundos colocados em cada categoria."
    7 - A Grande Muralha da China foi originalmente construída pra impedir a entrada de Chuck Norris naquele país. Ela falhou miseravelmente.
    8 - Se você perguntar ao Chuck Norris que horas são, ele sempre dirá, "Dois segundos até..." Depois de você perguntar "Dois segundos até o quê?" ele dará um roundhouse kick na sua cara.
    9 - Chuck Norris vendeu sua alma ao diabo para ter seu visual bacana e suas habilidades incomparáveis de artes marciais. Pouco tempo depois da transação terminar, Chuck Norris deu um roundhouse kick na cara do diabo e pegou sua alma de volta. O diabo, que aprecia ironia, não conseguiu ficar bravo e admitiu que deveria ter previsto isso. Eles agora jogam poker todas as segundas quartas-feiras de cada mês.
    10 - Chuck Norris uma vez comeu 72 Kg de carne em uma hora. Ele passou os primeiros 45 minutos fazendo sexo com a garçonete.
    11 - Quando Chuck Norris recebe os impostos, ele manda de volta folhas brancas com uma foto dele agachado, pronto para atacar. Chuck Norris não teve que pagar impostos nunca. Nunca!
    12 - Chuck Norris era um dos personagens originais do jogo "Street Fighter II". Ele só foi removido porque todos os botões faziam ele dar um roundhouse kick. Quando perguntaram sobre essa falha do jogo, Chuck Norris respondeu: "Que falha do jogo?"
    13 - Chuck Norris tem duas velocidades: Andar e Matar.
    14 - Uma vez Chuck Norris comeu um bolo inteiro antes que seus amigos pudessem lhe contar que havia uma stripper dentro.
    15 - Wilt Chamberlein declarou já ter dormido com mais de 20.000 mulheres em toda sua vida. Chuck Norris chama isso de uma "terça-feira monótona".
    16 - Quando Deus disse "Que se faça a luz!", Chuck Norris falou "Diga 'por favor'."
    17 - Uma vez Chuck Norris desceu a rua com uma ereção massiva. Não houve sobreviventes.
    18 - Chuck Norris não lê livros, ele os encara até conseguir toda a informação que precisa.
    19 - Chuck Norris jogou roleta russa com um revólver totalmente carregado e ganhou.
    20 - Chuck Norris não tem um forno ou microondas, pois, como todo mundo sabe, "a vingança é um prato que se come frio."
    21 - Chuck Norris pediu um Big Mac no Bob's. Ele foi atendido.
    22 - Algumas pessoas usam uniforme do Superman. Já o Superman usa uniforme de Chuck Norris.
    23 - Não existe queixo por trás da barba de Chuck Norris, apenas outro punho.
    24 - Chuck Norris só passa as noites com a luz acesa. Não, Chuck Norris não tem medo do escuro, mas a recíproca não é verdadeira.
    25 - Certa vez Chuck Norris deu um roundhouse kick tão rápido que quebrou a velocidade da luz, voltou no tempo e atingiu um navio chamado Titanic.
    26 - Uma vez Chuck Norris desafiou o ciclista Lance Armstrong para ver quem tinha mais testículos. Chuck Norris ganhou por 5.
    27 - Armas não matam. O que mata é Chuck Norris.Enfim, há muito mais a ser dito. Mas não quero me alongar. Só tô avisando para deixar algumas coisas bem claras. Detesto que cometam injustiça com os meus alunos.